Mesmo sem vender moedas, é possível obter rendimento: A mineração Gate BTC está a redefinir o modelo de lucros para os detentores de longo prazo

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Geração do resumo em andamento

Após o Bitcoin ultrapassar os 100 mil dólares e recuar 50%, o ETF de spot aprovado mostra que “HODL” por si só não consegue superar a volatilidade — o mercado de criptomoedas de 2026 está forçando cada investidor de longo prazo a reconsiderar a questão mais fundamental:

Apenas manter BTC ou envolver-se na mineração de BTC, qual delas é mais adequada para os atuais detentores de longo prazo?

Este artigo não discute “especulação de curto prazo” ou “contratos de risco”. Focamos apenas em um cenário: se você pretende manter BTC por mais de 3 anos, será que deixá-lo na carteira sem mexer ou participar na mineração de BTC através de plataformas como a Gate pode ajudar a obter mais bitcoins?

2026, por que “apenas manter” começa a gerar insegurança?

Nos últimos dez anos, “HODL” foi o slogan mais forte no mundo do Bitcoin. Sua lógica é simples: se você consegue segurar, o tempo está do seu lado.

Mas esse ciclo começou a mostrar sinais de mudança sutil.

Segundo dados da CryptoQuant, desde março de 2024, os detentores de longo prazo de Bitcoin venderam cerca de 1,4 milhão de BTC. Isso não é pânico de investidores comuns, mas uma redução ativa de posições por “antigos baleias” que passaram por múltiplos ciclos. Ao mesmo tempo, a correlação entre Bitcoin e Nasdaq caiu para o menor nível desde 2022 (-0,42). Isso indica que o Bitcoin está passando de um “ativo sombra de ações de tecnologia” para um “ativo macro independente”, mas essa transição tem seu preço: manter apenas na spot deixa de oferecer o excesso de alfa que tinha antes.

Outro dado mais direto: análises indicam que, para investidores que começaram a acumular Bitcoin nos últimos 5 anos, esse ciclo foi o de menor retorno histórico. A menos que seu período de posse seja superior a 6 ou 7 anos, apenas “segurar” dificilmente superará significativamente o média do mercado.

A conclusão é clara: em 2026, “manter” garante que você não perca oportunidades, mas não garante valorização.

A porta da mineração tradicional: os comuns já estão de fora

Se “ficar deitado” perdeu eficiência, e “minerar” parece inviável…

Infelizmente, a porta da mineração física está quase totalmente fechada para o investidor comum.

Até 12 de fevereiro, o custo médio de mineração na rede Bitcoin subiu para cerca de 87.000 dólares, enquanto o preço do Bitcoin oscila na faixa de 60.000 dólares, com uma margem de prejuízo de até 45%. É a primeira grande operação “submersa” desde a crise de mineração de 2022.

A CryptoQuant define essa fase como “fase de rendição”: máquinas antigas aceleram a desligar, a hash rate total encolhe, e até empresas listadas como Mara Holdings e Riot Platforms tiveram quedas de mais de 20% em suas ações nesta semana. A Bitfarms anunciou que vai sair completamente do negócio de mineração de Bitcoin, migrando para aluguel de capacidade de IA.

Para o investidor individual: comprar hardware, buscar hospedagem, negociar tarifas de energia, suportar ruído — tudo isso, em 2026, é quase um caminho sem retorno, com prejuízo provável.

Mas isso não significa que a mineração como negócio esteja falida; ela evoluiu de forma diferente.

Mineração em exchanges: a “terceira via” ignorada

Quando “manter” atinge limites de eficiência e “mineração física” se torna inviável, uma solução intermediária surge como nova direção para fundos institucionais — a mineração em nuvem ou staking de mineração através de grandes exchanges como a Gate.

Segundo dados da plataforma Gate, até 12 de fevereiro, o total de BTC em staking na plataforma atingiu 2.660 BTC, com rendimento anualizado estável de 9,99%.

Isso não é uma “divisão de lucros de mineradoras tradicional”, mas um produto de capacidade computacional estruturado:

  • Os usuários não precisam comprar hardware: a Gate implanta fazendas de mineração em regiões com tarifas de energia baixas e políticas favoráveis, e os usuários participam por meio do setor de “investimentos” da plataforma, adquirindo frações de capacidade.
  • Transparência total: os usuários depositam BTC e recebem uma versão tokenizada, GTBTC, com relação 1:1, cujo rendimento é distribuído diariamente e pode ser resgatado a qualquer momento.
  • Rendimento real: os 9,99% de retorno anual não vêm de subsídios da plataforma, mas do resultado líquido após deduzir custos de energia, taxas de pools e manutenção.

Esse modelo resolve três grandes dores dos detentores de longo prazo em 2026:

  1. Elimina a desvantagem de custos: enquanto os mineradores na rede lutam com custos de 87.000 dólares, os usuários da Gate compartilham a vantagem de tarifas de energia de grandes fazendas, sem risco de depreciação de hardware ou desligamentos.
  2. Mantém a liquidez: na mineração física, o hardware é um custo irrecuperável; na mineração via Gate, o BTC pode ser minerado e resgatado instantaneamente, dando ao usuário o direito de sair em condições extremas.
  3. Vitória do pensamento baseado em moeda: o retorno de 9,99% é em BTC. Independentemente das oscilações do preço fiat, a quantidade de Bitcoin que você possui cresce de fato.

Faça as contas: quanto vale um investimento de 100 mil dólares após 3 anos?

Vamos fazer uma simulação simples de longo prazo (sem considerar reinvestimento ou variações de preço, apenas a mudança na quantidade de BTC):

  • Cenário A: apenas manter

Inicial: 10 BTC

Após 3 anos: ainda 10 BTC (sem crescimento de quantidade)

  • Cenário B: mineração na Gate

Inicial: 10 BTC

Rendimento anualizado: 9,99%

Após 3 anos: aproximadamente 10 × (1 + 0.0999)^3 ≈ 13,30 BTC

Diferença: cerca de 3,3 BTC.

Usando o valor de 78.000 dólares (preço de referência recente da plataforma), essa diferença de BTC equivale a mais de 257.000 dólares em valor de mercado após 3 anos.

Claro que 9,99% é uma estimativa de rendimento anual, que pode variar com a dificuldade da rede e o preço do Bitcoin. Mas o ponto principal é: em anos de preço estável ou em queda, a mineração é uma das poucas ferramentas que podem aumentar sua quantidade de BTC.

Riscos: isso não é uma aplicação financeira, é uma “atividade operacional”

É importante reforçar: a mineração na Gate não é uma garantia de retorno, ela ainda apresenta três riscos principais.

  1. Risco de mercado

A receita de mineração é calculada em BTC, mas a queda do preço fiat do BTC reduz a sensação de ganho em moeda tradicional. Se seu objetivo é “valorizar em dólares”, a queda do preço pode anular o crescimento de BTC obtido na mineração.

  1. Risco de dificuldade

O ciclo de halvings continua. Atualmente, a recompensa por bloco é de 3,125 BTC, e após o próximo halving cairá para 1,5625 BTC. A longo prazo, a produção de BTC por unidade de hash deve diminuir, e a rentabilidade anual da Gate também tenderá a diminuir lentamente com a tendência geral da rede.

  1. Risco de plataforma

Qualquer serviço centralizado depende da credibilidade do operador. A Gate, com mais de 12 anos de operação, oferece prova de reservas superiores a 9,478 bilhões de dólares, e registra os ativos dos usuários na blockchain via GTBTC, aumentando a transparência.

Para o investidor de longo prazo, a estratégia mais adequada talvez seja:

Transferir uma parte do seu portfólio spot (por exemplo, 30%-50%) para a mineração na Gate, sem aumentar o capital fiat investido, permitindo que o BTC ocioso gere efeito de juros compostos em moeda própria.

Resumo

Em 2025, o mercado anunciou o fim da fase “HODL” como cultura predominante; em início de 2026, a “costura de custos” pelos mineradores marcou o crepúsculo da mineração física individual.

Mas isso não significa que o Bitcoin perdeu seu valor de longo prazo. Muito pelo contrário: ele está evoluindo de uma “experiência de consenso selvagem” para um ativo macro que pode ser avaliado e configurado.

Manter apenas é uma forma de votar na rede Bitcoin; minerar na Gate é participar do trabalho na rede.

Para o investidor de longo prazo em 2026, essas opções não são excludentes, mas diferentes estratégias de duração.

Segundo previsão do Gate Research, o preço médio do Bitcoin pode atingir 80.354,31 dólares em 2027 e 87.184,43 dólares em 2028. Em um cenário de crescimento lento, fazer cada BTC “trabalhar” por você, ao invés de ficar parado na carteira esperando diluição, é a verdadeira essência do longo prazo em 2026.

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