No universo financeiro tradicional (TradFi), as contas financeiras formam a infraestrutura central que viabiliza toda atividade econômica.
Pagamentos, investimentos e operações de mercado são realizados por meio de contas administradas por instituições, que determinam propriedade, direitos de acesso, processos de liquidação e conformidade regulatória.
Ao contrário dos sistemas baseados em blockchain, nos quais os usuários interagem diretamente com os ativos, as contas TradFi são estruturas geridas por bancos e corretoras. Os ativos ficam sob custódia institucional, as transações passam por redes de compensação e liquidação, e o acesso depende da verificação de identidade, jurisdição e supervisão regulatória. Essa arquitetura sustentou a estabilidade financeira global por décadas, mas também impõe barreiras estruturais.
Este artigo detalha o conceito de contas TradFi, seu funcionamento prático, os motivos das fricções para usuários atuais e como plataformas cripto-nativas estão inovando o acesso baseado em contas aos mercados financeiros tradicionais.
Uma conta TradFi é uma conta financeira regulada, fornecida por bancos ou corretoras, que permite custódia, transações e participação em mercados. Utiliza-se essas contas para guardar fundos, realizar pagamentos, investir e executar operações financeiras.
As contas TradFi apresentam características essenciais:
Em sua essência, as contas TradFi são o principal canal de acesso à atividade financeira moderna para pessoas físicas e jurídicas.

No sistema TradFi, cada tipo de conta atende a objetivos financeiros distintos:
Em conjunto, essas contas sustentam a estrutura dos mercados financeiros tradicionais.
As contas TradFi operam por três mecanismos principais: custódia, liquidação e conformidade.
Primeiramente, fundos e ativos ficam sob custódia de instituições financeiras. Os usuários não controlam diretamente chaves privadas ou estruturas de propriedade; a titularidade é registrada nos extratos da conta.
Em seguida, as transações utilizam sistemas de compensação e liquidação, como redes interbancárias e câmaras de valores mobiliários. Apesar da estabilidade, esses sistemas funcionam com horários fixos e liquidação demorada.
Por fim, todas as operações estão sob supervisão regulatória, incluindo KYC, verificações AML e monitoramento de transações. Esses controles reforçam a estabilidade, mas limitam flexibilidade e agilidade.
Apesar da maturidade, as contas TradFi apresentam desafios para o usuário comum:
Essas fricções dificultam o acesso para quem busca participação financeira global e flexível.
As contas TradFi da Gate são desenvolvidas com uma abordagem integrada, eliminando diversas fricções presentes na participação financeira tradicional.

A Gate utiliza o USDx como unidade de margem e precificação nas contas TradFi. O USDx é uma unidade contábil interna atrelada 1:1 ao USDT.
Basta transferir USDT para a conta TradFi, e o saldo é exibido automaticamente como USDx, sem conversão manual, taxas ocultas ou complexidade de custódia de ativos.
A Gate TradFi permite acesso a:
A plataforma integra o motor de negociação MT5, reunindo ferramentas profissionais com a praticidade do aplicativo Gate. Dados da conta e controles de risco permanecem sincronizados.
A Gate TradFi segue as regras do mercado de CFDs, aplicando eficiência cripto-nativa:
Ao mesmo tempo, o usuário tem acesso a:
Essa estrutura híbrida facilita o aprendizado para traders tradicionais e aumenta a eficiência de capital para usuários cripto-nativos.
Para começar:
Para usuários de cripto, esse processo é muito mais simples do que abrir contas em corretoras tradicionais, e se assemelha ao fluxo padrão das negociações de cripto.
As contas TradFi continuam sendo a base do sistema financeiro global, oferecendo estabilidade, proteção regulatória e alta liquidez. Porém, sua estrutura complexa, custos e baixa flexibilidade geram conflitos crescentes com as expectativas dos usuários digitais.
Com o avanço da adoção cripto, integrar contas TradFi às plataformas cripto é uma evolução natural. A Gate TradFi mostra como o acesso financeiro tradicional pode ser simplificado, ampliado e modernizado em um ambiente de negociação unificado.





