
O Bitcoin é a primeira moeda digital descentralizada do mundo, criada para transferir e armazenar valor sem a necessidade de intermediários bancários. A descentralização significa que a rede não depende de nenhuma instituição central; ela é mantida coletivamente por diversos nós independentes. O Bitcoin funciona em uma blockchain — um registro aberto e sequencial que documenta as transações de forma transparente. Utiliza o mecanismo de consenso Proof of Work, onde mineradores competem em poder computacional para validar transações e proteger a rede, tornando-a extremamente resistente a fraudes.
Em 22 de janeiro de 2026: O Bitcoin está cotado em torno de US$ 89.884,50. A oferta circulante é de aproximadamente 19.979.131 BTC (quantidade disponível no mercado). A oferta total emitida é cerca de 19.979.159 BTC, enquanto a oferta máxima é limitada a 21.000.000 BTC conforme o protocolo.

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O valor de mercado circulante é de aproximadamente US$ 1.795.816.717.135 (preço × oferta circulante), com o valor de mercado totalmente diluído também em torno de US$ 1.795.816.717.135 (preço × oferta máxima). O domínio do Bitcoin está em cerca de 55,54%. Variação recente de preço: +0,04% em 1 hora, +0,89% em 24 horas, -6,90% em 7 dias e +2,71% em 30 dias.

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O volume de negociações em 24 horas é de cerca de US$ 1.254.056.840, demonstrando participação ativa do mercado. Esses dados evidenciam escala e volatilidade; são apenas informativos e não representam aconselhamento de investimento.
O Bitcoin foi apresentado em 2008 por um desenvolvedor sob o pseudônimo "Satoshi Nakamoto", que publicou o whitepaper original. A rede foi lançada oficialmente em 2009 com a mineração do bloco gênese. O design de Satoshi delegou a emissão da moeda e a validação das transações a uma rede distribuída, evitando inflação artificial. O Bitcoin segue um cronograma fixo de emissão: as recompensas de bloco são reduzidas pela metade aproximadamente a cada quatro anos — processo chamado "halving" — que é fundamental para a oferta e incentivos dos mineradores.
O Bitcoin registra transações em uma blockchain — um livro-razão público compartilhado por todos os nós — em que cada bloco de transações é ligado em ordem cronológica. O mecanismo Proof of Work permite que mineradores disputem o direito de adicionar novos blocos resolvendo problemas computacionais; o primeiro a resolver recebe recompensas de bloco e taxas de transação. A posse é garantida por chaves privadas (sequências secretas que controlam os fundos), enquanto chaves públicas e endereços servem para receber pagamentos; apenas quem possui a chave privada pode assinar e enviar transações. Nós completos verificam todas as transações e blocos de forma independente, conforme as regras do protocolo, reforçando segurança e descentralização.
O Bitcoin funciona como meio de pagamentos internacionais e reserva de valor. Para transferências globais, usuários podem enviar fundos diretamente para outro endereço sem intermediários tradicionais — geralmente de forma mais rápida e verificável. Como reserva de valor, muitos consideram o Bitcoin um ativo escasso, graças ao limite máximo de 21 milhões de moedas. Outros usos incluem pagamentos online, doações e remessas; a experiência depende da congestão da rede e das taxas de transação.
As carteiras se dividem em custodial e não custodial. Carteiras custodial são gerenciadas por plataformas que mantêm as chaves privadas — práticas, mas dependentes da confiança na plataforma; carteiras não custodial permitem ao usuário controlar suas próprias chaves privadas, oferecendo mais segurança. Carteiras hot estão conectadas à internet via aplicativos móveis ou desktop, facilitando o acesso; carteiras cold armazenam ativos offline em dispositivos físicos ou papel, ideais para armazenamento prolongado. Para escalabilidade, a Lightning Network permite microtransações rápidas e de baixo custo fora da cadeia principal, antes da liquidação na blockchain. Configurações de multiassinatura possibilitam que várias chaves privadas autorizem conjuntamente transações, aumentando a segurança dos fundos.
Volatilidade de preço: As oscilações podem ser intensas no curto prazo; mantenha reservas financeiras adequadas. Regulação e conformidade: Políticas para ativos cripto e exigências fiscais variam conforme a jurisdição — abertura de contas e negociação normalmente exigem verificação de identidade (KYC). Riscos de custódia e chave privada: Armazenar moedas em plataformas expõe ao risco operacional e de segurança; autocustódia requer backup seguro da sua frase mnemônica e proteção contra perdas. Riscos de rede: Congestionamento on-chain pode elevar taxas e atrasar confirmações. Ameaças de segurança: Fique atento a links de phishing, aplicativos falsos e golpes de engenharia social.
Passo 1: Cadastre-se em gate.com e conclua a verificação de identidade. O KYC aumenta a segurança da conta e garante conformidade regulatória.
Passo 2: Ative a autenticação em dois fatores (2FA). Vincule seu telefone ou um aplicativo autenticador nas configurações de segurança para proteger login e saques.
Passo 3: Deposite fundos ou recarregue sua conta. Use gateways fiat para comprar stablecoins ou BTC diretamente, ou transfira cripto de outras carteiras para sua conta Gate — comece com um valor pequeno para testar o depósito.
Passo 4: Compre BTC no mercado spot. Selecione pares como BTC/USDT; faça uma “ordem limitada” para o preço desejado ou uma “ordem de mercado” para comprar instantaneamente. Defina a quantidade, confirme o pedido e confira seu histórico de negociações.
Passo 5: Armazenamento seguro. Para uso de curto prazo, mantenha ativos na conta Gate com whitelist de saques e senha ativados; para longo prazo, transfira para uma carteira não custodial e faça backup da frase mnemônica offline. Teste saques com valores pequenos para confirmar o endereço e as taxas de rede.
Passo 6: Gestão contínua. Configure alertas de preço e controles de risco; revise regularmente sua alocação de ativos. Atenção a sites de phishing e suporte falso — nunca compartilhe códigos de verificação ou frases mnemônicas.
Propósito: O Bitcoin foca em armazenamento seguro de valor e dinheiro digital peer-to-peer; o Ethereum prioriza smart contracts programáveis e aplicações descentralizadas. Mecanismo de consenso: O Bitcoin utiliza Proof of Work (PoW); o Ethereum agora adota Proof of Stake (PoS), onde validadores fazem staking de tokens para validar blocos. Oferta e política monetária: O suprimento do Bitcoin é limitado a 21 milhões de moedas; o Ethereum não tem limite fixo — mecanismos de inflação e queima influenciam a emissão conforme atividade da rede e staking. Funcionalidade e ecossistema: A cadeia principal do Bitcoin é otimizada para confiabilidade e segurança; o Ethereum permite contratos complexos e possui um ecossistema mais amplo, mas enfrenta desafios próprios de escalabilidade e segurança.
O Bitcoin é uma moeda digital baseada em descentralização, limite fixo de oferta e consenso Proof of Work — com o objetivo de proporcionar transferência e armazenamento de valor confiáveis em escala global. Os dados de mercado evidenciam alta valorização e volatilidade; entender a dinâmica de oferta, taxas de transação e tempos de confirmação ajuda a avaliar a experiência do usuário. O contexto histórico e os mecanismos técnicos explicam a resistência à censura e a imutabilidade do Bitcoin; seus casos de uso mostram potencial em pagamentos internacionais, holding de longo prazo e expansão do ecossistema. Na prática, abrir conta em conformidade na Gate, aplicar controles de risco e garantir armazenamento seguro são etapas essenciais; comparar com o Ethereum esclarece papéis e diferenças como ativos. Priorize sempre segurança e conformidade — faça alocações cautelosas conforme seus objetivos e perfil de risco.
O Bitcoin tem valor devido à sua escassez, recursos de segurança e amplo consenso de mercado. O suprimento máximo é limitado a 21 milhões de moedas — impossível de inflacionar — semelhante à raridade do ouro. A tecnologia blockchain garante transações imutáveis e altamente seguras. Após mais de uma década de validação no mercado, o Bitcoin é cada vez mais reconhecido como “ouro digital”, impulsionando sua valorização.
O preço do Bitcoin é determinado pela oferta e demanda do mercado — como ações ou commodities. Os preços sobem quando há mais compradores que vendedores; caem quando os vendedores predominam. Fatores como tendências macroeconômicas, avanços regulatórios, progresso tecnológico e sentimento de mercado influenciam o valor. Na Gate ou em outras exchanges, é possível acompanhar preços globais em tempo real; pequenas diferenças regionais podem ocorrer.
O valor do Bitcoin depende do consenso contínuo do mercado. Em teoria, se todos deixassem de reconhecê-lo como valioso, seu preço poderia se aproximar de zero — cenário altamente improvável. Hoje, o Bitcoin é uma opção relevante na alocação global de ativos; investidores institucionais e bancos centrais monitoram cada vez mais. A volatilidade permanece um risco — novos investidores devem avaliar cuidadosamente sua tolerância ao risco e nunca investir mais do que podem perder.
Há duas formas principais de lucrar com Bitcoin: primeiro, valorização de capital — comprar barato, vender caro; segundo, receber juros via programas de empréstimo ou staking. Vale lembrar que valorização é incerta; desempenho passado não garante resultados futuros. A Gate oferece opções de rendimento — sempre estude antes de participar para evitar perdas por falta de conhecimento.
Isso depende do seu perfil de investimento e tolerância ao risco. Detentores de longo prazo acreditam no potencial do Bitcoin e se preocupam menos com volatilidade de curto prazo; traders de curto prazo buscam lucro nas oscilações, mas precisam de experiência e conhecimento. Iniciantes geralmente devem começar com valores pequenos em holding de longo prazo — use plataformas como a Gate para aprender a comprar e vender antes de tentar estratégias avançadas.
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