O que significa o ID de remessa?

O ID de remessa é um identificador exclusivo criado para vincular fundos recebidos quando você realiza transferências bancárias ou depósitos em moeda fiduciária. Gerado pela plataforma de negociação, ele deve ser inserido exatamente conforme informado no campo "mensagem" ou "observações" da sua transferência bancária. Esse ID conecta os valores transferidos ao seu pedido na plataforma. Ao contrário do hash de transação da blockchain, o ID de remessa serve como referência offline para conciliação. Caso seja omitido ou digitado incorretamente, o depósito pode sofrer atrasos ou demandar processamento manual. IDs de remessa são amplamente utilizados em depósitos fiduciários ou operações OTC em exchanges.
Resumo
1.
Um ID de remessa é um identificador único usado para rastrear e confirmar o status de uma transação.
2.
Ao depositar ou sacar criptomoedas, o ID de remessa ajuda as plataformas a combinar os registros de transações com precisão.
3.
Inserir o ID de remessa correto evita problemas como perda de fundos ou atrasos no recebimento.
4.
IDs de remessa geralmente são gerados automaticamente pelos sistemas e consistem em combinações alfanuméricas.
O que significa o ID de remessa?

O que é Remittance ID?

O Remittance ID é um código exclusivo gerado pela plataforma para identificar sua transação específica de depósito em moeda fiduciária. Esse código deve ser inserido no campo “Mensagem/Observações” ao realizar a transferência bancária, permitindo que a plataforma associe com precisão os fundos recebidos ao seu pedido.

Ao depositar moeda fiduciária ou iniciar uma transação OTC, a plataforma gera uma sequência alfanumérica única para o seu pedido. Esse código aparece no comprovante da transferência bancária, marcando o pagamento com um identificador. Assim que a conta corporativa da plataforma recebe os fundos, ela cruza o nome da conta, valor e Remittance ID para creditar seu depósito rapidamente.

Por que bancos e plataformas exigem Remittance ID?

Bancos e plataformas utilizam Remittance IDs para solucionar desafios de conciliação, reduzir erros e atender auditorias de conformidade. Sem o Remittance ID, as plataformas só podem conciliar transações pelo nome e valor, o que pode gerar atrasos ou divergências em casos de nomes iguais, valores idênticos ou ausência de observações.

Operacionalmente, o Remittance ID permite que plataformas identifiquem transferências de valores iguais de forma única, acelerando depósitos e facilitando o rastreamento. Para conformidade, registros claros e rastreáveis de conciliação ajudam a atender exigências de prevenção à lavagem de dinheiro e auditorias. Em fevereiro de 2026, grandes plataformas ainda exigem Remittance IDs dedicados para determinados canais fiduciários, visando eficiência na conciliação.

Qual a diferença entre Remittance ID e Transaction Hash?

Remittance ID e Transaction Hash têm funções distintas. O Remittance ID é utilizado para conciliação offline de transferências fiduciárias, enquanto o Transaction Hash (TxID) é um identificador único para transações on-chain—semelhante a um código de rastreamento de entrega—permitindo acompanhar o movimento dos ativos em exploradores de blockchain.

Escopo: Remittance ID é aplicado ao sistema bancário; Transaction Hash, às redes blockchain. Geração: Remittance ID é criado pelo pedido na plataforma; Transaction Hash é gerado pela blockchain ao registrar a transação. Visibilidade: Remittance ID só diz respeito a você e à plataforma; Transaction Hash é público e pesquisável. Consequências de erro: Omissão do Remittance ID costuma causar atrasos ou exigir conciliação manual; erro de endereço ou tag na blockchain pode resultar em perda irreversível dos fundos.

Remittance ID é igual a Remarks Code, Tag ou Memo?

No contexto de transferências fiduciárias, Remittance ID equivale ao “código/mensagem de observação”—texto inserido no campo de observações do banco para conciliação do pedido. No entanto, Remittance ID não é igual a Tag ou Memo, que são detalhes de roteamento usados por blockchains específicas.

Por exemplo, XRP, XLM, EOS e redes similares permitem que vários usuários compartilhem o mesmo endereço de depósito, mas utilizam Tag ou Memo para direcionar os fundos para subcontas individuais. Se você esquecer de incluir Tag/Memo ao depositar nessas cadeias, seus ativos podem ser creditados ao endereço principal da plataforma, sem atribuição automática à sua conta, exigindo intervenção manual. Já Remittance IDs em transferências fiduciárias nunca aparecem on-chain—são apenas códigos textuais nas observações bancárias.

Onde encontrar e como usar o Remittance ID?

Você visualiza seu Remittance ID ao criar um pedido de depósito fiduciário. A plataforma exibe claramente “Nome do destinatário, número da conta, nome do banco, valor, Remittance ID” na página de depósito e orienta a inserir o Remittance ID exatamente como exibido no campo “Mensagem/Observações” do seu banco.

Etapa 1: Crie o pedido de depósito fiduciário na plataforma e anote o Remittance ID junto ao valor e dados do destinatário.

Etapa 2: Acesse o internet banking ou app do banco, selecione transferência corporativa e cole o Remittance ID no campo “Mensagem/Observações” sem alterar nenhum caractere.

Etapa 3: Verifique se nome do destinatário e número da conta estão iguais aos da plataforma antes de confirmar a transferência.

Etapa 4: Guarde um print do comprovante bancário e do número do pedido para referência em caso de problemas.

Como preencher o Remittance ID ao depositar pela Gate?

No fluxo de depósito fiduciário da Gate, o Remittance ID é gerado junto ao pedido e exibido nas instruções de depósito. Você deve inserir esse código exatamente no campo “Mensagem/Observações” do seu banco.

Etapa 1: Acesse a área de depósito fiduciário da Gate, crie o pedido e obtenha os dados do destinatário e Remittance ID.

Etapa 2: Copie o Remittance ID exatamente, respeitando maiúsculas/minúsculas—não acrescente espaços, emojis ou observações pessoais.

Etapa 3: Cole o Remittance ID no campo “Mensagem/Observações” da transferência bancária; confira se valor e dados do destinatário estão corretos conforme o pedido na Gate.

Etapa 4: Após finalizar a transferência, volte à Gate e envie a confirmação (se necessário), mantendo o comprovante para conciliação.

Dica: Canais de pagamento podem variar em velocidade de depósito; transferências corporativas geralmente são mais rápidas em dias úteis. Se o banco limitar o tamanho da observação, priorize inserir o Remittance ID completo.

E se você esquecer ou digitar o Remittance ID errado?

Esquecer ou errar o Remittance ID normalmente não resulta em perda de fundos, mas pode atrasar o crédito e exigir conciliação manual. Junte seu comprovante de transação e contate a plataforma para assistência.

Etapa 1: Não faça transferências duplicadas; isso dificulta a conciliação com pagamentos idênticos.

Etapa 2: Separe materiais como print do comprovante bancário, horário da transferência, valor, últimos quatro dígitos da conta pagadora e dados do destinatário.

Etapa 3: Abra um ticket de suporte ou contate o atendimento da Gate informando “erro/omissão de Remittance ID” e anexe toda a documentação. Informe o número do pedido, se necessário.

Etapa 4: Aguarde a conciliação manual—isso pode levar algum tempo. Mantenha o telefone disponível para verificação. Se transferiu para uma conta fora da plataforma por engano, entre em contato com o banco imediatamente para tentar reversão; o sucesso depende da cooperação do destinatário e agilidade do processamento.

Um erro frequente é confundir Transaction Hash com Remittance ID ou inserir Tag/Memo nas observações bancárias. Isso impede o reconhecimento automático pela plataforma e atrasa o depósito.

Outro risco é alterar o formato do Remittance ID—adicionar pontuação, espaços, apelidos ou juntar múltiplos IDs de pedidos faz a conciliação automática falhar. Erros comuns incluem omissão de caracteres ou troca de semelhantes (ex.: O vs 0).

Há também riscos de segurança da informação. Nunca compartilhe seu Remittance ID ou dados de conta com terceiros; cuidado com sites de phishing que simulam “conta destinatária e Remittance ID”. Sempre confira nome, número da conta e banco conforme a página oficial da Gate antes de transferir. Para qualquer transação financeira, utilize as instruções de depósito e canais de atendimento da plataforma.

Como o Remittance ID deve evoluir no futuro?

A tendência é de maior automação e menos intervenção manual. Alguns canais já utilizam “subcontas virtuais” (VA) ou conciliação automatizada de comprovantes, reduzindo a dependência do Remittance ID—até atribuindo uma conta exclusiva para cada usuário, sem necessidade de observação manual. APIs de open banking também aumentam precisão e agilidade na conciliação.

Em fevereiro de 2026, grandes plataformas ainda exigem Remittance IDs para certos canais bancários devido a custos e exigências de conformidade. No entanto, com gateways de pagamento inteligentes e provedores de compliance, o Remittance ID tende a ser substituído gradualmente por contas virtuais reconhecidas pelo sistema e soluções de conciliação fechada.

Resumo rápido: principais pontos sobre Remittance ID

O Remittance ID é um código de conciliação para transferências fiduciárias—gerado por pedidos da plataforma e inserido exatamente no campo “Mensagem/Observações” do banco. Ele é diferente do Transaction Hash da blockchain e do Tag/Memo usado em cadeias como XRP. Para usar: crie o pedido na plataforma, copie o Remittance ID, cole nas observações do banco e confira os dados do destinatário; se esquecer ou errar, contate o suporte da plataforma com comprovante e dados do pedido para conciliação manual. Proteja-se contra phishing e vazamentos de informação—siga sempre as instruções oficiais da Gate.

Perguntas Frequentes

Qual a diferença entre Payment ID, Transaction ID e Trade ID?

Esses termos têm diferenças sutis conforme o contexto. Payment ID normalmente refere-se ao identificador gerado por canais de pagamento; Transaction ID é o código único de transações na blockchain; Trade ID pode designar qualquer identificador de transação. Em transferências cripto, Remittance ID é o rótulo solicitado pelo destinatário para distinguir múltiplos depósitos no mesmo endereço—ele tem função diferente do Transaction ID (hash da blockchain).

Por que minha transferência foi concluída, mas o destinatário não recebeu os fundos?

A razão mais comum é Remittance ID incorreto ou ausente. Se o campo for obrigatório e ficar em branco, o sistema do destinatário pode não conseguir conciliar o registro da transferência. Para resolver, entre em contato com o suporte da plataforma receptora (ex.: Gate) informando o Transaction Hash e o Remittance ID correto—eles podem verificar e processar manualmente. Sempre confirme se o Remittance ID é exigido antes de futuras transferências.

E se eu não souber qual Remittance ID inserir ao depositar pela Gate?

Primeiro acesse a Gate e confira a página de instruções de depósito para sua moeda—ela indica se Remittance ID é necessário e especifica o formato. Para algumas moedas (como XRP, XLM), o Remittance ID é obrigatório e gerado automaticamente para você. Se as informações não estiverem claras, contate o atendimento da Gate—eles orientarão o processo correto de depósito.

O que é mais importante: Remittance ID ou Transaction Hash da blockchain?

Ambos são essenciais, mas têm funções diferentes. Transaction Hash é registro imutável na blockchain, usado para rastrear fundos e confirmar autenticidade da transação. Remittance ID é fundamental na plataforma para rápida identificação e crédito do depósito. Sem ambos—especialmente se houver apenas o hash, mas não o Remittance ID—a plataforma pode não reconhecer os fundos como seus, resultando em falha no depósito. Os dois são indispensáveis.

Posso fazer múltiplos depósitos para o mesmo endereço de carteira usando Remittance IDs diferentes?

Sim. É justamente para isso que serve o Remittance ID—diferenciar depósitos feitos para o mesmo endereço de recebimento usando IDs distintos para cada transação. Por exemplo, ao depositar várias vezes na Gate, cada depósito pode utilizar um Remittance ID único (manual ou automático), permitindo identificar corretamente a origem de cada depósito. Essa abordagem é comum para moedas como XRP ou XLM, que exigem Remittance IDs.

Uma simples curtida já faz muita diferença

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APR
A Taxa Percentual Anual (APR) indica o rendimento ou custo anual calculado como uma taxa de juros simples, sem considerar a capitalização de juros. Você encontrará o termo APR com frequência em produtos de poupança de exchanges, plataformas de empréstimos DeFi e páginas de staking. Entender a APR permite estimar os retornos conforme o período de posse do ativo, comparar opções disponíveis e identificar se há aplicação de juros compostos ou regras de bloqueio.
APY
O rendimento percentual anual (APY) é uma métrica que anualiza o juros composto, permitindo que usuários comparem os retornos reais de diferentes produtos. Ao contrário do APR, que considera apenas o juros simples, o APY inclui o efeito do reinvestimento dos juros ganhos no saldo principal. No universo Web3 e nos investimentos em cripto, o APY é amplamente utilizado em staking, empréstimos, pools de liquidez e nas páginas de rendimento das plataformas. A Gate também apresenta os retornos usando o APY. Para entender o APY, é fundamental levar em conta tanto a frequência de capitalização quanto a origem dos rendimentos.
LTV
A relação Empréstimo-Valor (LTV) indica a proporção entre o valor emprestado e o valor de mercado do colateral. Essa métrica serve para avaliar o nível de segurança nas operações de crédito. O LTV define o valor máximo que pode ser emprestado e o momento em que o risco aumenta. É amplamente aplicado em empréstimos DeFi, negociações alavancadas em exchanges e empréstimos com garantia de NFTs. Como cada ativo possui volatilidade própria, as plataformas costumam definir limites máximos e faixas de alerta para liquidação do LTV, ajustando esses valores dinamicamente de acordo com as alterações de preço em tempo real.
amalgamação
A The Merge representou uma atualização decisiva implementada pela Ethereum em 2022, unificando a mainnet original Proof of Work (PoW) à Beacon Chain Proof of Stake (PoS) em uma arquitetura de dois níveis: Execution Layer e Consensus Layer. Após essa transição, os blocos passaram a ser gerados por validadores que realizam staking de ETH, reduzindo consideravelmente o consumo de energia e tornando o mecanismo de emissão de ETH mais eficiente. Entretanto, as taxas de transação e o desempenho da rede permaneceram inalterados. A The Merge estabeleceu a base estrutural para futuras melhorias de escalabilidade e para o avanço do ecossistema de staking.
Definição de Barter
Barter é a troca direta entre o Ativo A e o Ativo B, sem envolver moeda fiduciária ou unidade de conta. No universo Web3, essa operação acontece principalmente entre wallets, com swaps de tokens ou NFTs. Essas trocas utilizam exchanges descentralizadas, contratos inteligentes de escrow e mecanismos de atomic swap, que garantem correspondência e liquidação simultânea dos lados, reduzindo a necessidade de confiança entre as partes. O conceito vem do escambo tradicional, e, no ambiente on-chain, emprega tecnologias como hash time locks para assegurar que a negociação seja concluída simultaneamente ou cancelada por completo. Usuários podem realizar swaps de tokens nos mercados spot da Gate ou negociar NFTs via protocolos, sem depender de um padrão único de precificação.

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