
O Remittance ID é um código exclusivo gerado pela plataforma para identificar sua transação específica de depósito em moeda fiduciária. Esse código deve ser inserido no campo “Mensagem/Observações” ao realizar a transferência bancária, permitindo que a plataforma associe com precisão os fundos recebidos ao seu pedido.
Ao depositar moeda fiduciária ou iniciar uma transação OTC, a plataforma gera uma sequência alfanumérica única para o seu pedido. Esse código aparece no comprovante da transferência bancária, marcando o pagamento com um identificador. Assim que a conta corporativa da plataforma recebe os fundos, ela cruza o nome da conta, valor e Remittance ID para creditar seu depósito rapidamente.
Bancos e plataformas utilizam Remittance IDs para solucionar desafios de conciliação, reduzir erros e atender auditorias de conformidade. Sem o Remittance ID, as plataformas só podem conciliar transações pelo nome e valor, o que pode gerar atrasos ou divergências em casos de nomes iguais, valores idênticos ou ausência de observações.
Operacionalmente, o Remittance ID permite que plataformas identifiquem transferências de valores iguais de forma única, acelerando depósitos e facilitando o rastreamento. Para conformidade, registros claros e rastreáveis de conciliação ajudam a atender exigências de prevenção à lavagem de dinheiro e auditorias. Em fevereiro de 2026, grandes plataformas ainda exigem Remittance IDs dedicados para determinados canais fiduciários, visando eficiência na conciliação.
Remittance ID e Transaction Hash têm funções distintas. O Remittance ID é utilizado para conciliação offline de transferências fiduciárias, enquanto o Transaction Hash (TxID) é um identificador único para transações on-chain—semelhante a um código de rastreamento de entrega—permitindo acompanhar o movimento dos ativos em exploradores de blockchain.
Escopo: Remittance ID é aplicado ao sistema bancário; Transaction Hash, às redes blockchain. Geração: Remittance ID é criado pelo pedido na plataforma; Transaction Hash é gerado pela blockchain ao registrar a transação. Visibilidade: Remittance ID só diz respeito a você e à plataforma; Transaction Hash é público e pesquisável. Consequências de erro: Omissão do Remittance ID costuma causar atrasos ou exigir conciliação manual; erro de endereço ou tag na blockchain pode resultar em perda irreversível dos fundos.
No contexto de transferências fiduciárias, Remittance ID equivale ao “código/mensagem de observação”—texto inserido no campo de observações do banco para conciliação do pedido. No entanto, Remittance ID não é igual a Tag ou Memo, que são detalhes de roteamento usados por blockchains específicas.
Por exemplo, XRP, XLM, EOS e redes similares permitem que vários usuários compartilhem o mesmo endereço de depósito, mas utilizam Tag ou Memo para direcionar os fundos para subcontas individuais. Se você esquecer de incluir Tag/Memo ao depositar nessas cadeias, seus ativos podem ser creditados ao endereço principal da plataforma, sem atribuição automática à sua conta, exigindo intervenção manual. Já Remittance IDs em transferências fiduciárias nunca aparecem on-chain—são apenas códigos textuais nas observações bancárias.
Você visualiza seu Remittance ID ao criar um pedido de depósito fiduciário. A plataforma exibe claramente “Nome do destinatário, número da conta, nome do banco, valor, Remittance ID” na página de depósito e orienta a inserir o Remittance ID exatamente como exibido no campo “Mensagem/Observações” do seu banco.
Etapa 1: Crie o pedido de depósito fiduciário na plataforma e anote o Remittance ID junto ao valor e dados do destinatário.
Etapa 2: Acesse o internet banking ou app do banco, selecione transferência corporativa e cole o Remittance ID no campo “Mensagem/Observações” sem alterar nenhum caractere.
Etapa 3: Verifique se nome do destinatário e número da conta estão iguais aos da plataforma antes de confirmar a transferência.
Etapa 4: Guarde um print do comprovante bancário e do número do pedido para referência em caso de problemas.
No fluxo de depósito fiduciário da Gate, o Remittance ID é gerado junto ao pedido e exibido nas instruções de depósito. Você deve inserir esse código exatamente no campo “Mensagem/Observações” do seu banco.
Etapa 1: Acesse a área de depósito fiduciário da Gate, crie o pedido e obtenha os dados do destinatário e Remittance ID.
Etapa 2: Copie o Remittance ID exatamente, respeitando maiúsculas/minúsculas—não acrescente espaços, emojis ou observações pessoais.
Etapa 3: Cole o Remittance ID no campo “Mensagem/Observações” da transferência bancária; confira se valor e dados do destinatário estão corretos conforme o pedido na Gate.
Etapa 4: Após finalizar a transferência, volte à Gate e envie a confirmação (se necessário), mantendo o comprovante para conciliação.
Dica: Canais de pagamento podem variar em velocidade de depósito; transferências corporativas geralmente são mais rápidas em dias úteis. Se o banco limitar o tamanho da observação, priorize inserir o Remittance ID completo.
Esquecer ou errar o Remittance ID normalmente não resulta em perda de fundos, mas pode atrasar o crédito e exigir conciliação manual. Junte seu comprovante de transação e contate a plataforma para assistência.
Etapa 1: Não faça transferências duplicadas; isso dificulta a conciliação com pagamentos idênticos.
Etapa 2: Separe materiais como print do comprovante bancário, horário da transferência, valor, últimos quatro dígitos da conta pagadora e dados do destinatário.
Etapa 3: Abra um ticket de suporte ou contate o atendimento da Gate informando “erro/omissão de Remittance ID” e anexe toda a documentação. Informe o número do pedido, se necessário.
Etapa 4: Aguarde a conciliação manual—isso pode levar algum tempo. Mantenha o telefone disponível para verificação. Se transferiu para uma conta fora da plataforma por engano, entre em contato com o banco imediatamente para tentar reversão; o sucesso depende da cooperação do destinatário e agilidade do processamento.
Um erro frequente é confundir Transaction Hash com Remittance ID ou inserir Tag/Memo nas observações bancárias. Isso impede o reconhecimento automático pela plataforma e atrasa o depósito.
Outro risco é alterar o formato do Remittance ID—adicionar pontuação, espaços, apelidos ou juntar múltiplos IDs de pedidos faz a conciliação automática falhar. Erros comuns incluem omissão de caracteres ou troca de semelhantes (ex.: O vs 0).
Há também riscos de segurança da informação. Nunca compartilhe seu Remittance ID ou dados de conta com terceiros; cuidado com sites de phishing que simulam “conta destinatária e Remittance ID”. Sempre confira nome, número da conta e banco conforme a página oficial da Gate antes de transferir. Para qualquer transação financeira, utilize as instruções de depósito e canais de atendimento da plataforma.
A tendência é de maior automação e menos intervenção manual. Alguns canais já utilizam “subcontas virtuais” (VA) ou conciliação automatizada de comprovantes, reduzindo a dependência do Remittance ID—até atribuindo uma conta exclusiva para cada usuário, sem necessidade de observação manual. APIs de open banking também aumentam precisão e agilidade na conciliação.
Em fevereiro de 2026, grandes plataformas ainda exigem Remittance IDs para certos canais bancários devido a custos e exigências de conformidade. No entanto, com gateways de pagamento inteligentes e provedores de compliance, o Remittance ID tende a ser substituído gradualmente por contas virtuais reconhecidas pelo sistema e soluções de conciliação fechada.
O Remittance ID é um código de conciliação para transferências fiduciárias—gerado por pedidos da plataforma e inserido exatamente no campo “Mensagem/Observações” do banco. Ele é diferente do Transaction Hash da blockchain e do Tag/Memo usado em cadeias como XRP. Para usar: crie o pedido na plataforma, copie o Remittance ID, cole nas observações do banco e confira os dados do destinatário; se esquecer ou errar, contate o suporte da plataforma com comprovante e dados do pedido para conciliação manual. Proteja-se contra phishing e vazamentos de informação—siga sempre as instruções oficiais da Gate.
Esses termos têm diferenças sutis conforme o contexto. Payment ID normalmente refere-se ao identificador gerado por canais de pagamento; Transaction ID é o código único de transações na blockchain; Trade ID pode designar qualquer identificador de transação. Em transferências cripto, Remittance ID é o rótulo solicitado pelo destinatário para distinguir múltiplos depósitos no mesmo endereço—ele tem função diferente do Transaction ID (hash da blockchain).
A razão mais comum é Remittance ID incorreto ou ausente. Se o campo for obrigatório e ficar em branco, o sistema do destinatário pode não conseguir conciliar o registro da transferência. Para resolver, entre em contato com o suporte da plataforma receptora (ex.: Gate) informando o Transaction Hash e o Remittance ID correto—eles podem verificar e processar manualmente. Sempre confirme se o Remittance ID é exigido antes de futuras transferências.
Primeiro acesse a Gate e confira a página de instruções de depósito para sua moeda—ela indica se Remittance ID é necessário e especifica o formato. Para algumas moedas (como XRP, XLM), o Remittance ID é obrigatório e gerado automaticamente para você. Se as informações não estiverem claras, contate o atendimento da Gate—eles orientarão o processo correto de depósito.
Ambos são essenciais, mas têm funções diferentes. Transaction Hash é registro imutável na blockchain, usado para rastrear fundos e confirmar autenticidade da transação. Remittance ID é fundamental na plataforma para rápida identificação e crédito do depósito. Sem ambos—especialmente se houver apenas o hash, mas não o Remittance ID—a plataforma pode não reconhecer os fundos como seus, resultando em falha no depósito. Os dois são indispensáveis.
Sim. É justamente para isso que serve o Remittance ID—diferenciar depósitos feitos para o mesmo endereço de recebimento usando IDs distintos para cada transação. Por exemplo, ao depositar várias vezes na Gate, cada depósito pode utilizar um Remittance ID único (manual ou automático), permitindo identificar corretamente a origem de cada depósito. Essa abordagem é comum para moedas como XRP ou XLM, que exigem Remittance IDs.


