O último relatório analítico do JPMorgan revela um paradoxo interessante no comportamento dos grandes investidores: em meio ao aumento da tensão geopolítica, a maioria dos escritórios familiares globais continua a evitar investimentos em criptomoedas e outros ativos alternativos. Os dados mostram que a postura conservadora permanece como a estratégia predominante de gestão de capital.
Abordagem conservadora dos escritórios familiares em relação aos ativos digitais
De acordo com a pesquisa realizada pelo JPMorgan em parceria com a NS3.AI, 89% dos escritórios familiares não incluem criptomoedas em seus portfólios de investimento. Paralelamente, a maioria (72%) também teme os tradicionais hedge de ouro, indicando uma tendência geral de supervalorização das ferramentas de proteção clássicas.
Os principais obstáculos à adoção de ativos digitais permanecem os mesmos: a forte volatilidade dos mercados de criptomoedas e as correlações imprevisíveis com instrumentos financeiros tradicionais criam dificuldades para investidores conservadores. Escritórios familiares que gerenciam patrimônios significativos tradicionalmente priorizam estabilidade em detrimento de possibilidades especulativas.
Inteligência artificial atrai a atenção de uma nova onda de investidores
No entanto, o relatório revelou um detalhe interessante: 17% dos escritórios familiares já consideram a economia digital uma oportunidade estratégica para o desenvolvimento de médio e longo prazo. O setor de inteligência artificial é o que mais desperta interesse entre eles, demonstrando uma mudança gradual na percepção dos investimentos tecnológicos.
Assim, a maioria dos escritórios familiares permanece conservadora em relação às criptomoedas, mas uma parcela menor já percebe o potencial da transformação digital, especialmente na área de inteligência artificial. Esse padrão reflete a evolução do pensamento de investimento entre os capitais globais.
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A maioria dos escritórios familiares ainda está a afastar-se dos investimentos em criptomoedas
O último relatório analítico do JPMorgan revela um paradoxo interessante no comportamento dos grandes investidores: em meio ao aumento da tensão geopolítica, a maioria dos escritórios familiares globais continua a evitar investimentos em criptomoedas e outros ativos alternativos. Os dados mostram que a postura conservadora permanece como a estratégia predominante de gestão de capital.
Abordagem conservadora dos escritórios familiares em relação aos ativos digitais
De acordo com a pesquisa realizada pelo JPMorgan em parceria com a NS3.AI, 89% dos escritórios familiares não incluem criptomoedas em seus portfólios de investimento. Paralelamente, a maioria (72%) também teme os tradicionais hedge de ouro, indicando uma tendência geral de supervalorização das ferramentas de proteção clássicas.
Os principais obstáculos à adoção de ativos digitais permanecem os mesmos: a forte volatilidade dos mercados de criptomoedas e as correlações imprevisíveis com instrumentos financeiros tradicionais criam dificuldades para investidores conservadores. Escritórios familiares que gerenciam patrimônios significativos tradicionalmente priorizam estabilidade em detrimento de possibilidades especulativas.
Inteligência artificial atrai a atenção de uma nova onda de investidores
No entanto, o relatório revelou um detalhe interessante: 17% dos escritórios familiares já consideram a economia digital uma oportunidade estratégica para o desenvolvimento de médio e longo prazo. O setor de inteligência artificial é o que mais desperta interesse entre eles, demonstrando uma mudança gradual na percepção dos investimentos tecnológicos.
Assim, a maioria dos escritórios familiares permanece conservadora em relação às criptomoedas, mas uma parcela menor já percebe o potencial da transformação digital, especialmente na área de inteligência artificial. Esse padrão reflete a evolução do pensamento de investimento entre os capitais globais.