O processo de administração do património da exchange de criptomoedas falida FTX encontra-se numa fase de complexas disputas legais e reembolsos aos credores que decorrem simultaneamente. A entidade de administração do património planeia o próximo pagamento para 31 de março, enquanto várias partes, incluindo a Genesis Digital Assets, apresentam objeções.
Confirmação do pagamento no final de março com base nos registos de 14 de fevereiro
A entidade de administração do património anunciou que, com base nos registos mais recentes de 14 de fevereiro, efetuará o próximo pagamento aos credores a partir dos bens falidos da FTX a 31 de março. Este calendário de pagamentos tem atraído grande atenção na indústria de criptomoedas, sendo considerado um dos processos de reembolso mais relevantes.
Ao mesmo tempo, o administrador do património reviu a proposta de redução das provisões para reivindicações contestadas. Se esta proposta for aprovada pelo tribunal de falências, poderá haver uma maior libertação de fundos para os credores, devido à redistribuição de recursos a curto prazo.
Contexto legal das objeções da Genesis Digital Assets
A Genesis Digital Assets, uma empresa de mineração de Bitcoin, opõe-se veementemente à reivindicação de reembolso de aproximadamente 1 mil milhões de dólares feita pela entidade de administração do património da FTX. Segundo a Bloomberg Law, a Genesis busca a rejeição do processo, contestando os fundamentos legais apresentados pela administração do património.
A base para as objeções da Genesis reside na legalidade das transferências de fundos apontadas pela administração do património. A Genesis argumenta que a investigação às alegadas transferências ilegais carece de fundamentos jurídicos sólidos e solicita a rejeição do processo.
Estratégia de recuperação de ativos e ações de cloaking
A administração do património da FTX está a implementar uma estratégia abrangente de recuperação de ativos, que vai além do simples processo de reembolso. Continua a avançar com ações judiciais para recuperar ativos alegadamente transferidos de forma ilícita antes do colapso da plataforma em novembro de 2022, e também promove ações semelhantes contra outros intervenientes nas transações.
Esta estratégia de cloaking envolve não só a identificação de ativos remanescentes, mas também a contestação legal de transferências realizadas no passado. A administração acredita que muitas movimentações financeiras feitas pouco antes do colapso foram indevidas, e pretende recuperá-las.
Disputas legais em curso com credores e intervenientes
À medida que o processo de falência da FTX avança, duas disputas principais decorrem em paralelo. Uma refere-se ao pagamento efetivo em dinheiro aos credores, e a outra às contestações legais às transferências de fundos passadas feitas por intervenientes como a Genesis Digital Assets.
O progresso na administração do património influencia o montante final que os credores poderão receber, bem como os intervenientes que poderão ser obrigados a devolver fundos já recebidos. Com várias partes, incluindo a Genesis, a apresentar objeções, este processo de falência torna-se cada vez mais complexo, e as decisões judiciais terão um impacto decisivo na distribuição final dos ativos.
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Gestão do património da FTX, Genesis Digital Assets contesta pedido de reembolso de 1 mil milhões de dólares enquanto confirma o próximo pagamento
O processo de administração do património da exchange de criptomoedas falida FTX encontra-se numa fase de complexas disputas legais e reembolsos aos credores que decorrem simultaneamente. A entidade de administração do património planeia o próximo pagamento para 31 de março, enquanto várias partes, incluindo a Genesis Digital Assets, apresentam objeções.
Confirmação do pagamento no final de março com base nos registos de 14 de fevereiro
A entidade de administração do património anunciou que, com base nos registos mais recentes de 14 de fevereiro, efetuará o próximo pagamento aos credores a partir dos bens falidos da FTX a 31 de março. Este calendário de pagamentos tem atraído grande atenção na indústria de criptomoedas, sendo considerado um dos processos de reembolso mais relevantes.
Ao mesmo tempo, o administrador do património reviu a proposta de redução das provisões para reivindicações contestadas. Se esta proposta for aprovada pelo tribunal de falências, poderá haver uma maior libertação de fundos para os credores, devido à redistribuição de recursos a curto prazo.
Contexto legal das objeções da Genesis Digital Assets
A Genesis Digital Assets, uma empresa de mineração de Bitcoin, opõe-se veementemente à reivindicação de reembolso de aproximadamente 1 mil milhões de dólares feita pela entidade de administração do património da FTX. Segundo a Bloomberg Law, a Genesis busca a rejeição do processo, contestando os fundamentos legais apresentados pela administração do património.
A base para as objeções da Genesis reside na legalidade das transferências de fundos apontadas pela administração do património. A Genesis argumenta que a investigação às alegadas transferências ilegais carece de fundamentos jurídicos sólidos e solicita a rejeição do processo.
Estratégia de recuperação de ativos e ações de cloaking
A administração do património da FTX está a implementar uma estratégia abrangente de recuperação de ativos, que vai além do simples processo de reembolso. Continua a avançar com ações judiciais para recuperar ativos alegadamente transferidos de forma ilícita antes do colapso da plataforma em novembro de 2022, e também promove ações semelhantes contra outros intervenientes nas transações.
Esta estratégia de cloaking envolve não só a identificação de ativos remanescentes, mas também a contestação legal de transferências realizadas no passado. A administração acredita que muitas movimentações financeiras feitas pouco antes do colapso foram indevidas, e pretende recuperá-las.
Disputas legais em curso com credores e intervenientes
À medida que o processo de falência da FTX avança, duas disputas principais decorrem em paralelo. Uma refere-se ao pagamento efetivo em dinheiro aos credores, e a outra às contestações legais às transferências de fundos passadas feitas por intervenientes como a Genesis Digital Assets.
O progresso na administração do património influencia o montante final que os credores poderão receber, bem como os intervenientes que poderão ser obrigados a devolver fundos já recebidos. Com várias partes, incluindo a Genesis, a apresentar objeções, este processo de falência torna-se cada vez mais complexo, e as decisões judiciais terão um impacto decisivo na distribuição final dos ativos.