O mercado de ativos digitais chinês segue em transformação acelerada. Com o contexto atual de estímulos econômicos e políticas de apoio ao setor tecnológico, determinadas criptomoedas chinesas estão posicionadas para captar fluxos de liquidez significativos. A correlação entre movimentos de política monetária e avaliações de tokens ligados a narrativas econômicas regionais sugere potencial de valorização em curto e médio prazos. Este artigo mapeia os cinco projetos mais relevantes nesta dinâmica.
Conflux (CFX): DApps e infraestrutura descentralizada
A Conflux lidera a revolução de aplicativos descentralizados na região asiática. Suas parcerias estratégicas com gigantes como China Telecom, Alibaba Cloud, Little Red Book e BlockBooster consolidam seu papel como infraestrutura crítica. Dados atualizados de fevereiro de 2026 indicam:
Capitalização: $287,19 milhões
Fornecimento em circulação: 5,16 bilhões de tokens
Estimativa diluída: $319,08 milhões
A moeda cripto chinesa está integrada a um ecossistema que abraça Web 3.0 e finanças descentralizadas.
Pepe (PEPE): fenômeno de meme coin com escala
Embora origem multi-regional, a Pepe capturou imaginação especialmente forte em comunidades asiáticas. Listada em plataformas como Gate.io e MEXC, evoluiu significativamente desde seu lançamento:
Capitalização: $1,76 bilhão (crescimento notável)
Fornecimento total: 420,69 trilhões de tokens
Detentores únicos: 509 mil endereços
Este projeto exemplifica como criptomoedas chinesas e asiáticas ganham tração em círculos de investidores menores.
Alchemy Pay (ACH): ponte fiat-cripto com fundamentação local
Alchemy Pay materializa a convergência entre moedas tradicionais e digitais. Respaldada por Binance e Huobi, conta com fundador com profunda raiz na China. Os números atualizados revelam:
Capitalização: $40,40 milhões
Fornecimento circulante: 4,94 bilhões
Fornecimento máximo: 10 bilhões
Valor completamente diluído: $81,72 milhões
Sua proposta de intermediação entre sistemas financeiros tradicionais e cripto a posiciona como ferramenta estratégica na adoção mainstream.
Mantle (MNT): escalabilidade de Layer 2 com tesouro robusto
Liderada por fundador proveniente do ecossistema Bybit, a Mantle aproveita tecnologias Layer 2 para escalar o Ethereum. Sua reserva de capital supera a capitalização de mercado, sinal de saúde financeira excepcional:
Capitalização: $2,31 bilhões
Fornecimento circulante: 3,25 bilhões de tokens
Fornecimento total: 6,22 bilhões
Avaliação totalmente diluída: $4,42 bilhões
A estrutura de tesouro reforçado indica preparação para expansão sustentada.
Immutable (IMX): solução L2 especializada em NFTs
Como primeira solução de escalonamento Layer 2 dedicada a NFTs no Ethereum, e com investimento da Tencent, a Immutable representa a vanguarda de tecnologia blockchain asiática:
Capitalização: $151,70 milhões
Fornecimento circulante: 834,42 milhões
Fornecimento máximo: 2 bilhões
Valor completamente diluído: $363,60 milhões
Seu posicionamento em tokens não-fungíveis alinha-se com crescimento explosivo do mercado de NFTs.
Perspectivas para criptomoedas chinesas: consolidação de narrativa
As cinco moedas criptográficas chinesas apresentadas representam muito mais que simples instrumentos especulativos. Elas materializam a convergência entre inovação blockchain, política econômica regional e adoção institucional. Os dados atualizados de fevereiro de 2026 sugerem dinâmica de mercado em reorganização, com fluxos potenciais destinados a projetos com fundamentação clara e parcerias consolidadas. O acompanhamento dessas criptomoedas chinesas em seus desenvolvimentos próximos permanece essencial para compreender a evolução do setor em território asiático.
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As 5 principais criptomoedas chinesas em estratégia de crescimento
O mercado de ativos digitais chinês segue em transformação acelerada. Com o contexto atual de estímulos econômicos e políticas de apoio ao setor tecnológico, determinadas criptomoedas chinesas estão posicionadas para captar fluxos de liquidez significativos. A correlação entre movimentos de política monetária e avaliações de tokens ligados a narrativas econômicas regionais sugere potencial de valorização em curto e médio prazos. Este artigo mapeia os cinco projetos mais relevantes nesta dinâmica.
Conflux (CFX): DApps e infraestrutura descentralizada
A Conflux lidera a revolução de aplicativos descentralizados na região asiática. Suas parcerias estratégicas com gigantes como China Telecom, Alibaba Cloud, Little Red Book e BlockBooster consolidam seu papel como infraestrutura crítica. Dados atualizados de fevereiro de 2026 indicam:
A moeda cripto chinesa está integrada a um ecossistema que abraça Web 3.0 e finanças descentralizadas.
Pepe (PEPE): fenômeno de meme coin com escala
Embora origem multi-regional, a Pepe capturou imaginação especialmente forte em comunidades asiáticas. Listada em plataformas como Gate.io e MEXC, evoluiu significativamente desde seu lançamento:
Este projeto exemplifica como criptomoedas chinesas e asiáticas ganham tração em círculos de investidores menores.
Alchemy Pay (ACH): ponte fiat-cripto com fundamentação local
Alchemy Pay materializa a convergência entre moedas tradicionais e digitais. Respaldada por Binance e Huobi, conta com fundador com profunda raiz na China. Os números atualizados revelam:
Sua proposta de intermediação entre sistemas financeiros tradicionais e cripto a posiciona como ferramenta estratégica na adoção mainstream.
Mantle (MNT): escalabilidade de Layer 2 com tesouro robusto
Liderada por fundador proveniente do ecossistema Bybit, a Mantle aproveita tecnologias Layer 2 para escalar o Ethereum. Sua reserva de capital supera a capitalização de mercado, sinal de saúde financeira excepcional:
A estrutura de tesouro reforçado indica preparação para expansão sustentada.
Immutable (IMX): solução L2 especializada em NFTs
Como primeira solução de escalonamento Layer 2 dedicada a NFTs no Ethereum, e com investimento da Tencent, a Immutable representa a vanguarda de tecnologia blockchain asiática:
Seu posicionamento em tokens não-fungíveis alinha-se com crescimento explosivo do mercado de NFTs.
Perspectivas para criptomoedas chinesas: consolidação de narrativa
As cinco moedas criptográficas chinesas apresentadas representam muito mais que simples instrumentos especulativos. Elas materializam a convergência entre inovação blockchain, política econômica regional e adoção institucional. Os dados atualizados de fevereiro de 2026 sugerem dinâmica de mercado em reorganização, com fluxos potenciais destinados a projetos com fundamentação clara e parcerias consolidadas. O acompanhamento dessas criptomoedas chinesas em seus desenvolvimentos próximos permanece essencial para compreender a evolução do setor em território asiático.