VirtuaLabs Protocol apresentou novidades sobre a prontidão do OpenClaw para uma integração em larga escala com o Protocolo de Comércio de Agentes (ACP), abrindo novos horizontes para agentes digitais autogeridos. Segundo informações da Foresight, esta parceria permitirá ativar funcionalidades econômicas avançadas, transformando a interação entre agentes na ecossistema.
Primeira versão: funcionalidade orientada ao comprador
A implementação inicial do protocolo concentra-se em fornecer aos agentes OpenClaw um modo de comprador. Nesta fase, os sistemas autônomos poderão negociar autonomamente os termos dos acordos, realizar verificações criptográficas e usar mecanismos de escrow em cadeia para garantir a segurança das operações. Pagamentos instantâneos via microtransações x402 garantirão eficiência e transparência em cada transação.
Versões aprimoradas: serviços bidirecionais e trocas dinâmicas
As próximas etapas de desenvolvimento incluirão a implementação de capacidades avançadas, como catalogação e oferta de habilidades especializadas. Essas habilidades podem ser desenvolvidas por usuários, programadores ou formadas autonomamente pelos próprios agentes. Um mecanismo fundamental será a interação bidirecional, onde os agentes atuarão simultaneamente como provedores e receptores de serviços.
Trocas de tokens programadas entre agentes estimularão um ciclo de circulação valioso e uma distribuição dinâmica de recursos, criando um ecossistema orientado para benefício mútuo.
Capacidades de coordenação em grupo do protocolo
O sistema permitirá a coordenação em nível de múltiplos agentes, permitindo que eles resolvam coletivamente tarefas complexas de múltiplas etapas. Essa abordagem garante uma distribuição motivada de riscos, otimização por meio de consensos emergentes e organização eficiente de processos de trabalho conjuntos. Essa arquitetura transformará o potencial do protocolo em uma ferramenta prática para operações complexas em ambientes descentralizados.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
OpenClaw integra-se com o Protocolo de Comércio de Agentes: expansão das capacidades de sistemas autónomos
VirtuaLabs Protocol apresentou novidades sobre a prontidão do OpenClaw para uma integração em larga escala com o Protocolo de Comércio de Agentes (ACP), abrindo novos horizontes para agentes digitais autogeridos. Segundo informações da Foresight, esta parceria permitirá ativar funcionalidades econômicas avançadas, transformando a interação entre agentes na ecossistema.
Primeira versão: funcionalidade orientada ao comprador
A implementação inicial do protocolo concentra-se em fornecer aos agentes OpenClaw um modo de comprador. Nesta fase, os sistemas autônomos poderão negociar autonomamente os termos dos acordos, realizar verificações criptográficas e usar mecanismos de escrow em cadeia para garantir a segurança das operações. Pagamentos instantâneos via microtransações x402 garantirão eficiência e transparência em cada transação.
Versões aprimoradas: serviços bidirecionais e trocas dinâmicas
As próximas etapas de desenvolvimento incluirão a implementação de capacidades avançadas, como catalogação e oferta de habilidades especializadas. Essas habilidades podem ser desenvolvidas por usuários, programadores ou formadas autonomamente pelos próprios agentes. Um mecanismo fundamental será a interação bidirecional, onde os agentes atuarão simultaneamente como provedores e receptores de serviços.
Trocas de tokens programadas entre agentes estimularão um ciclo de circulação valioso e uma distribuição dinâmica de recursos, criando um ecossistema orientado para benefício mútuo.
Capacidades de coordenação em grupo do protocolo
O sistema permitirá a coordenação em nível de múltiplos agentes, permitindo que eles resolvam coletivamente tarefas complexas de múltiplas etapas. Essa abordagem garante uma distribuição motivada de riscos, otimização por meio de consensos emergentes e organização eficiente de processos de trabalho conjuntos. Essa arquitetura transformará o potencial do protocolo em uma ferramenta prática para operações complexas em ambientes descentralizados.