Vi uma passagem bastante inspiradora sobre altas e baixas de preços:
Na indústria, há um padrão de ouro: quando o ativo cai 15%, é hora de sair.
Mais especificamente, quando cai X, precisa subir Y para recuperar a perda; a relação entre X e Y é linear entre 0-15%, e além de 15% torna-se exponencial, por exemplo, uma queda de 50% requer uma subida de 100% para recuperar. Para uma queda de 1%, uma recuperação de aproximadamente 1% é suficiente, como ilustrado na figura abaixo:
III. Por que é preciso sair quando cai 15%?
Cálculos mostram que, com uma queda de 15%, é necessário um aumento de cerca de 17,6% para recuperar o valor (valor exato: 17,647%). Uma vez que a queda ultrapassa 15%, a dificuldade de recuperar aumenta drasticamente:
Queda de 20% → precisa subir 25%
Queda de 30% → precisa subir 42,9%
Queda de 50% → precisa subir 100%
Queda de 70% → precisa subir 233%
Portanto, 15% é o ponto crítico de controle de risco; parar a tempo evita cair na armadilha de não conseguir recuperar.
IV. Tabela de quedas comuns e recuperações necessárias
Queda (%)
Recuperação necessária (%)
Aproximação mental
1%
1,01%
1%
5%
5,26%
5,3%
10%
11,11%
11,1%
15%
17,65%
17,6%
20%
25,00%
25%
30%
42,86%
42,9%
40%
66,67%
66,7%
50%
100,00%
100%
60%
150,00%
150%
70%
233,33%
233%
80%
400,00%
400%
90%
900,00%
900%
V. Sugestões práticas
Baixas perdas (<5%): a recuperação é ligeiramente maior que a queda, podendo ser considerada linear.
Perdas moderadas (5%-15%): a recuperação começa a divergir da linearidade, devendo-se usar fórmulas ou tabelas para avaliar o risco.
Grandes perdas (>15%): execute disciplina de stop-loss de forma firme, evitando cair na “armadilha de recuperação”.
Compreender essa relação matemática ajuda na tomada de decisões racionais e reforça a consciência de risco. No investimento, é melhor uma pequena perda do que uma perda profunda, para garantir a sobrevivência a longo prazo.
PS: Pessoalmente, acredito que, para ativos que mantenho a longo prazo, mesmo que fiquem presos, é possível reverter a situação com investimentos periódicos e estratégias de compra e venda em alta e baixa.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
Cálculo do aumento do preço das ações para recuperar o investimento e controle de riscos
Vi uma passagem bastante inspiradora sobre altas e baixas de preços:
Na indústria, há um padrão de ouro: quando o ativo cai 15%, é hora de sair.
Mais especificamente, quando cai X, precisa subir Y para recuperar a perda; a relação entre X e Y é linear entre 0-15%, e além de 15% torna-se exponencial, por exemplo, uma queda de 50% requer uma subida de 100% para recuperar. Para uma queda de 1%, uma recuperação de aproximadamente 1% é suficiente, como ilustrado na figura abaixo:
III. Por que é preciso sair quando cai 15%?
Cálculos mostram que, com uma queda de 15%, é necessário um aumento de cerca de 17,6% para recuperar o valor (valor exato: 17,647%). Uma vez que a queda ultrapassa 15%, a dificuldade de recuperar aumenta drasticamente:
Portanto, 15% é o ponto crítico de controle de risco; parar a tempo evita cair na armadilha de não conseguir recuperar.
IV. Tabela de quedas comuns e recuperações necessárias
V. Sugestões práticas
Compreender essa relação matemática ajuda na tomada de decisões racionais e reforça a consciência de risco. No investimento, é melhor uma pequena perda do que uma perda profunda, para garantir a sobrevivência a longo prazo.
PS: Pessoalmente, acredito que, para ativos que mantenho a longo prazo, mesmo que fiquem presos, é possível reverter a situação com investimentos periódicos e estratégias de compra e venda em alta e baixa.