No Iraque, uma eleição governamental está a decorrer, atraindo atenção muito além das fronteiras do país. Um candidato com boas hipóteses ao cargo de Primeiro-Ministro é Nuri al-Maliki, que já ocupou anteriormente essa posição. No entanto, a sua conhecida proximidade ao Irão faz dele uma persona non grata na Casa Branca.
O Presidente dos EUA, Trump, deixou claro que a eleição de Maliki teria consequências sérias para o apoio americano ao Iraque. A ameaça é inequívoca: se o Iraque optar por um candidato com fortes ligações ao Irão, isso poderá levar à suspensão da ajuda militar e financeira dos EUA.
Para o Iraque, isto representa um dilema político clássico. O país depende do apoio de segurança americano para manter a estabilidade. Ao mesmo tempo, o Irão tem uma grande influência nas relações de poder internas do Iraque. A decisão dos iraquianos, portanto, terá consequências não só internas, mas também geopolíticas.
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Eleições no Iraque sob pressão: Maliki e o teste de resistência entre o Irã e os EUA
No Iraque, uma eleição governamental está a decorrer, atraindo atenção muito além das fronteiras do país. Um candidato com boas hipóteses ao cargo de Primeiro-Ministro é Nuri al-Maliki, que já ocupou anteriormente essa posição. No entanto, a sua conhecida proximidade ao Irão faz dele uma persona non grata na Casa Branca.
O Presidente dos EUA, Trump, deixou claro que a eleição de Maliki teria consequências sérias para o apoio americano ao Iraque. A ameaça é inequívoca: se o Iraque optar por um candidato com fortes ligações ao Irão, isso poderá levar à suspensão da ajuda militar e financeira dos EUA.
Para o Iraque, isto representa um dilema político clássico. O país depende do apoio de segurança americano para manter a estabilidade. Ao mesmo tempo, o Irão tem uma grande influência nas relações de poder internas do Iraque. A decisão dos iraquianos, portanto, terá consequências não só internas, mas também geopolíticas.