A Comissão Europeia está a considerar a implementação de uma proibição total de transações de criptomoedas relacionadas com a Rússia. A proposta está a ser discutida como parte de um novo pacote de sanções, com o objetivo de reforçar a supervisão do uso de ativos digitais sob as restrições financeiras existentes.
De acordo com a imprensa europeia, a proposta irá restringir transações envolvendo plataformas de criptomoedas russas e seus contrapartes, além de revisar as regras relacionadas com a infraestrutura europeia e a interação com tais entidades. Atualmente, estas medidas ainda estão em fase de rascunho: para entrarem em vigor, é necessário o aprovação de todos os Estados-membros da União Europeia.
O mecanismo de sanções da UE também se estende ao setor de ativos digitais: fornecedores de serviços de criptomoedas europeus enfrentam restrições na prestação de serviços a clientes russos. Nesse contexto, a iniciativa em discussão pode representar uma escalada nas medidas restritivas atualmente em vigor.
As autoridades europeias acreditam que os ativos digitais podem ser utilizados para contornar o sistema bancário tradicional em operações transfronteiriças. Apesar da transparência das transações em blockchain, a descentralização dessas ferramentas aumenta a dificuldade na aplicação de mecanismos regulatórios financeiros padrão. Por isso, Bruxelas tem vindo a reforçar gradualmente a supervisão do setor de criptomoedas, integrando-o num quadro mais amplo de sanções.
Se a proposta for aprovada, os fornecedores de serviços de criptomoedas na Europa terão de reavaliar a forma como lidam com transações relacionadas com a Rússia. Isso pode afetar as práticas de conformidade, os processos de diligência devida aos clientes e o processamento de transações transfronteiriças.
Atualmente, a proposta ainda não foi finalizada. Se for aprovada, essas restrições passarão a fazer parte de um quadro de sanções mais amplo da UE, que está a expandir-se cada vez mais para incluir instrumentos financeiros tradicionais e infraestruturas de ativos digitais.
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A UE discute a proibição total de transações de criptomoedas relacionadas com a Rússia
A Comissão Europeia está a considerar a implementação de uma proibição total de transações de criptomoedas relacionadas com a Rússia. A proposta está a ser discutida como parte de um novo pacote de sanções, com o objetivo de reforçar a supervisão do uso de ativos digitais sob as restrições financeiras existentes.
De acordo com a imprensa europeia, a proposta irá restringir transações envolvendo plataformas de criptomoedas russas e seus contrapartes, além de revisar as regras relacionadas com a infraestrutura europeia e a interação com tais entidades. Atualmente, estas medidas ainda estão em fase de rascunho: para entrarem em vigor, é necessário o aprovação de todos os Estados-membros da União Europeia.
O mecanismo de sanções da UE também se estende ao setor de ativos digitais: fornecedores de serviços de criptomoedas europeus enfrentam restrições na prestação de serviços a clientes russos. Nesse contexto, a iniciativa em discussão pode representar uma escalada nas medidas restritivas atualmente em vigor.
As autoridades europeias acreditam que os ativos digitais podem ser utilizados para contornar o sistema bancário tradicional em operações transfronteiriças. Apesar da transparência das transações em blockchain, a descentralização dessas ferramentas aumenta a dificuldade na aplicação de mecanismos regulatórios financeiros padrão. Por isso, Bruxelas tem vindo a reforçar gradualmente a supervisão do setor de criptomoedas, integrando-o num quadro mais amplo de sanções.
Se a proposta for aprovada, os fornecedores de serviços de criptomoedas na Europa terão de reavaliar a forma como lidam com transações relacionadas com a Rússia. Isso pode afetar as práticas de conformidade, os processos de diligência devida aos clientes e o processamento de transações transfronteiriças.
Atualmente, a proposta ainda não foi finalizada. Se for aprovada, essas restrições passarão a fazer parte de um quadro de sanções mais amplo da UE, que está a expandir-se cada vez mais para incluir instrumentos financeiros tradicionais e infraestruturas de ativos digitais.