Durante o dia 23 de janeiro, o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) registou uma atividade sísmica significativa que afetou várias regiões do país, incluindo zonas no Alasca, Havaí, Porto Rico e estados continentais. Este tremor nos Estados Unidos reflete a constante dinâmica geológica que caracteriza o território americano, especialmente nas suas regiões mais ativas sísmicamente. Os dados oficiais do USGS revelam que nas últimas 24 horas anteriores a este período foi documentada uma variedade de movimentos telúricos, sendo alguns dos mais relevantes os que se detalham a seguir.
Atividade sísmica documentada: epicentros e magnitudes
Através do sistema de monitorização do USGS, a agência federal registou um total de 21 sismos com magnitude superior a 2,5 graus na região da América do Norte e Caraíbas durante o período de 24 horas que incluiu o dia 23 de janeiro. Destes eventos, quatro ocorreram no território continental dos Estados Unidos, sendo o mais potente um tremor localizado aproximadamente a 40 quilómetros de Evanston, Wyoming, com uma magnitude de 4,7 graus, que se apresentou a 22 de janeiro às 14:49 UTC (07:49 horas em Cheyenne).
Os registos do USGS evidenciam uma concentração notável de atividade sísmica no Alasca, uma região historicamente conhecida pela sua elevada frequência de eventos geológicos. Este padrão deve-se à complexa interação de placas tectónicas na zona do Pacífico Norte, que faz do Alasca uma das áreas mais sísmicamente ativas do continente.
Sismos de maior magnitude durante o dia
Entre os eventos mais significativos registados durante este período destacam-se vários tremores que superaram a magnitude 5,0:
Epicentro do sismo mais forte: Um movimento telúrico de magnitude 5,2 localizou-se a 120 quilómetros a sudeste de Sand Point, Alasca, a 22 de janeiro às 19:38 UTC (10:38 horas em Anchorage). Este tremor nos Estados Unidos foi o mais potente do período analisado.
Segundo tremor relevante: Um evento de magnitude 5,0 foi registado a 293 quilómetros a sudeste de Attu Station, Alasca, a 23 de janeiro às 08:25 UTC (23:25 horas de 22 de janeiro em Anchorage).
Além destes eventos principais, foram documentados múltiplos sismos de magnitudes moderadas a leves:
A 57 quilómetros a sul de Shungnak, Alasca: magnitude 2,8 (23 de janeiro, 11:19 UTC)
A 71 quilómetros a noroeste de Ninilchik, Alasca: magnitude 2,5 (23 de janeiro, 09:55 UTC)
A 35 quilómetros a oeste de Gerlach, Nevada: magnitude 2,5 (23 de janeiro, 09:13 UTC)
A 259 quilómetros a sudeste de Chiniak, Alasca: magnitude 3,1 (23 de janeiro, 08:08 UTC)
A 22 quilómetros a sudeste de Kokhanok, Alasca: magnitude 2,6 (23 de janeiro, 07:14 UTC)
A 5 quilómetros a sudoeste de Central Aguirre, Porto Rico: magnitude 2,7 (23 de janeiro, 05:17 UTC)
A 145 quilómetros a sudeste de Sand Point, Alasca: magnitude 3,4 (23 de janeiro, 03:49 UTC)
A 70 quilómetros a oeste de Ferndale, Califórnia: magnitude 2,7 (23 de janeiro, 01:53 UTC)
A 32 quilómetros a sul de Cantwell, Alasca: magnitude 3,2 (23 de janeiro, 00:39 UTC)
A 41 quilómetros a sudeste de Evanston, Wyoming: magnitude 3,0 (22 de janeiro, 18:22 UTC)
A 19 quilómetros a nordeste de Pedro Bay, Alasca: magnitude 2,6 (22 de janeiro, 17:59 UTC)
A 22 quilómetros a noroeste de Tatitlek, Alasca: magnitude 3,2 (22 de janeiro, 15:53 UTC)
A 20 quilómetros a oeste de Clam Gulch, Alasca: magnitude 2,8 (22 de janeiro, 14:14 UTC)
Medidas de segurança perante tremores nos Estados Unidos
Embora seja impossível prever com exatidão quando ocorrerá um sismo nos Estados Unidos, existem ações concretas que podem minimizar riscos para a população. A preparação prévia é fundamental, especialmente em zonas de alta atividade sísmica ou em áreas urbanas densamente povoadas.
Preparação antes de um evento sísmico:
O planeamento antecipado inclui a criação de um plano de evacuação claro e seguro que todos os membros do lar conheçam. Recomenda-se preparar um kit de emergência que contenha elementos essenciais: desinfetantes, analgésicos, anti-inflamatórios, ligaduras diversas, gazes, água oxigenada, uma manta térmica, ligaduras elásticas e um apito para sinalizar em caso de ficar preso.
É fundamental dispor de uma caixa ou saco hermético resistente à água onde guardar documentos de identificação e outros papéis legais importantes. Este kit de emergência deve estar num local de fácil acesso e conhecido por todos os membros da família.
Ações durante o movimento sísmico:
Quando soar o alerta sísmico, é crítico seguir imediatamente as instruções das brigadas de segurança e proceder à evacuação do imóvel de forma ordenada. Para quem se encontre em pisos superiores (acima do terceiro piso) e não possa evacuar rapidamente, é essencial conhecer as zonas seguras designadas dentro do edifício.
Durante o tremor, deve evitar-se aproximar-se de janelas, pois o vidro pode partir-se; escadas, pois podem tornar-se perigosas; elevadores, que podem ficar presos; e qualquer objeto que possa cair com o movimento. Manter a calma é vital para agir com precisão sob pressão.
Ações após o sismo:
Assim que o movimento telúrico cessar, é importante continuar a seguir as orientações das autoridades e brigadas de emergência, que verificarão possíveis danos estruturais em edifícios e complexos habitacionais antes de autorizar o reingresso.
Verificar o bem-estar de todos os familiares, tanto a nível físico como emocional, é uma prioridade imediata. Os especialistas recomendam evitar saturar as linhas telefónicas para deixar canais disponíveis para relatórios de emergência; em alternativa, pode optar por comunicação via mensagens de texto ou outras plataformas digitais que não congestionem a infraestrutura de comunicações de emergência.
A compreensão destas medidas de proteção perante um sismo nos Estados Unidos é essencial para qualquer pessoa que habite zonas propensas a atividade sísmica, garantindo uma resposta eficaz e salvaguardando a integridade de quem enfrenta estes eventos naturais.
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Terremoto nos Estados Unidos: Registos sísmicos de 23 de janeiro e medidas de proteção
Durante o dia 23 de janeiro, o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) registou uma atividade sísmica significativa que afetou várias regiões do país, incluindo zonas no Alasca, Havaí, Porto Rico e estados continentais. Este tremor nos Estados Unidos reflete a constante dinâmica geológica que caracteriza o território americano, especialmente nas suas regiões mais ativas sísmicamente. Os dados oficiais do USGS revelam que nas últimas 24 horas anteriores a este período foi documentada uma variedade de movimentos telúricos, sendo alguns dos mais relevantes os que se detalham a seguir.
Atividade sísmica documentada: epicentros e magnitudes
Através do sistema de monitorização do USGS, a agência federal registou um total de 21 sismos com magnitude superior a 2,5 graus na região da América do Norte e Caraíbas durante o período de 24 horas que incluiu o dia 23 de janeiro. Destes eventos, quatro ocorreram no território continental dos Estados Unidos, sendo o mais potente um tremor localizado aproximadamente a 40 quilómetros de Evanston, Wyoming, com uma magnitude de 4,7 graus, que se apresentou a 22 de janeiro às 14:49 UTC (07:49 horas em Cheyenne).
Os registos do USGS evidenciam uma concentração notável de atividade sísmica no Alasca, uma região historicamente conhecida pela sua elevada frequência de eventos geológicos. Este padrão deve-se à complexa interação de placas tectónicas na zona do Pacífico Norte, que faz do Alasca uma das áreas mais sísmicamente ativas do continente.
Sismos de maior magnitude durante o dia
Entre os eventos mais significativos registados durante este período destacam-se vários tremores que superaram a magnitude 5,0:
Epicentro do sismo mais forte: Um movimento telúrico de magnitude 5,2 localizou-se a 120 quilómetros a sudeste de Sand Point, Alasca, a 22 de janeiro às 19:38 UTC (10:38 horas em Anchorage). Este tremor nos Estados Unidos foi o mais potente do período analisado.
Segundo tremor relevante: Um evento de magnitude 5,0 foi registado a 293 quilómetros a sudeste de Attu Station, Alasca, a 23 de janeiro às 08:25 UTC (23:25 horas de 22 de janeiro em Anchorage).
Além destes eventos principais, foram documentados múltiplos sismos de magnitudes moderadas a leves:
Medidas de segurança perante tremores nos Estados Unidos
Embora seja impossível prever com exatidão quando ocorrerá um sismo nos Estados Unidos, existem ações concretas que podem minimizar riscos para a população. A preparação prévia é fundamental, especialmente em zonas de alta atividade sísmica ou em áreas urbanas densamente povoadas.
Preparação antes de um evento sísmico:
O planeamento antecipado inclui a criação de um plano de evacuação claro e seguro que todos os membros do lar conheçam. Recomenda-se preparar um kit de emergência que contenha elementos essenciais: desinfetantes, analgésicos, anti-inflamatórios, ligaduras diversas, gazes, água oxigenada, uma manta térmica, ligaduras elásticas e um apito para sinalizar em caso de ficar preso.
É fundamental dispor de uma caixa ou saco hermético resistente à água onde guardar documentos de identificação e outros papéis legais importantes. Este kit de emergência deve estar num local de fácil acesso e conhecido por todos os membros da família.
Ações durante o movimento sísmico:
Quando soar o alerta sísmico, é crítico seguir imediatamente as instruções das brigadas de segurança e proceder à evacuação do imóvel de forma ordenada. Para quem se encontre em pisos superiores (acima do terceiro piso) e não possa evacuar rapidamente, é essencial conhecer as zonas seguras designadas dentro do edifício.
Durante o tremor, deve evitar-se aproximar-se de janelas, pois o vidro pode partir-se; escadas, pois podem tornar-se perigosas; elevadores, que podem ficar presos; e qualquer objeto que possa cair com o movimento. Manter a calma é vital para agir com precisão sob pressão.
Ações após o sismo:
Assim que o movimento telúrico cessar, é importante continuar a seguir as orientações das autoridades e brigadas de emergência, que verificarão possíveis danos estruturais em edifícios e complexos habitacionais antes de autorizar o reingresso.
Verificar o bem-estar de todos os familiares, tanto a nível físico como emocional, é uma prioridade imediata. Os especialistas recomendam evitar saturar as linhas telefónicas para deixar canais disponíveis para relatórios de emergência; em alternativa, pode optar por comunicação via mensagens de texto ou outras plataformas digitais que não congestionem a infraestrutura de comunicações de emergência.
A compreensão destas medidas de proteção perante um sismo nos Estados Unidos é essencial para qualquer pessoa que habite zonas propensas a atividade sísmica, garantindo uma resposta eficaz e salvaguardando a integridade de quem enfrenta estes eventos naturais.