O maior sinal de que o Bitcoin está entrando numa nova fase veio de Cathie Wood, da ARK Invest, ao observar que o padrão de ciclo de 4 anos tradicional pode não estar mais funcionando como antes. Atualmente, o Bitcoin está em torno de 67,41 mil dólares, com uma queda de 6,95% na última semana, e Wood considera que essa correção é relativamente leve e pode estar quase concluída. Essa avaliação surge mesmo com muitos investidores de varejo ainda preocupados com a alta volatilidade recente, mas Wood argumenta que a estrutura do mercado de Bitcoin está demonstrando maior maturidade, e que a faixa de 80.000 a 90.000 dólares é uma resistência importante, não um sinal de risco.
Sinal de enfraquecimento do padrão de ciclo tradicional
Cathie Wood afirma que o padrão de forte alta seguido de queda profunda, típico de ciclos de 4 anos, pode não se aplicar mais com a mesma intensidade. Ela observa que esse padrão está sendo desafiado pelo fato de que a queda atual é relativamente moderada e não tão severa quanto nos ciclos anteriores. Historicamente, o Bitcoin passou por quedas de 70% a 80% em ciclos passados, mas desta vez a queda foi de cerca de 30% desde o pico histórico próximo de 126 mil dólares.
Para Wood, esse sinal indica que o ciclo de alta anterior “não foi tão grande pelos padrões do Bitcoin”, e que a fase de correção pode ser mais curta e estar quase no fim. Ela acredita que isso é uma evidência clara de que o comportamento do mercado está mudando, deixando de repetir correções profundas. Em entrevista à CNBC, Wood reforçou que o Bitcoin já passou da maior parte do ciclo de baixa, e que a reação do mercado às recentes oscilações mostra sinais de racionalização do risco, ao contrário do pânico descontrolado dos ciclos anteriores.
Faixa de 80K-90K: suporte crucial em meio à volatilidade
O principal sinal de suporte apontado por Wood é a faixa de 80.000 a 90.000 dólares, que ela considera uma “base de preço” mais sólida do que uma zona de perigo. Atualmente, o Bitcoin caiu para cerca de 67,41 mil dólares, uma queda de 1,70% nas últimas 24 horas e 6,95% na semana, o que pode gerar preocupação entre os traders ao ver a queda de quase 47% desde o pico histórico de aproximadamente 126 mil dólares, em poucos meses.
No entanto, Wood interpreta essa correção como “normal” se comparada a ciclos anteriores, nos quais o Bitcoin costumava cair muito mais. Segundo ela, a diferença entre a queda atual e as anteriores reflete que o mercado está mais maduro, com maior presença de investidores institucionais, o que tende a reduzir a amplitude das quedas ao longo do tempo. Ela espera que a faixa de 80K-90K seja mantida e possa servir de ponto de partida para uma recuperação.
Sinal técnico: quando MACD, RSI e Dominância do Bitcoin dão sinais contraditórios
Os indicadores técnicos atuais mostram sinais conflitantes, refletindo uma certa incerteza no mercado. Por um lado, o MACD indica fraqueza na tendência de baixa, mostrando uma desaceleração do momentum nos últimos meses, o que costuma estar associado a uma postura defensiva e à falta de força compradora no curto prazo.
Por outro lado, o RSI caiu para uma zona de sobrevenda — um sinal histórico de que o equilíbrio entre força de compra e venda está deslocado para o lado vendedor excessivo. No passado, esse estado frequentemente precedeu reversões ou pelo menos fases de recuperação técnica. Embora não garanta que o fundo já tenha sido atingido, esse sinal sugere que a pressão de venda pode estar se aproximando de um nível de excesso.
Além disso, a Dominância do Bitcoin (percentual do valor de mercado do Bitcoin em relação ao total do mercado cripto) mantém-se próxima de 60%, indicando que o fluxo de capital está saindo de altcoins para o Bitcoin. Essa combinação de “alta dominância + RSI em sobrevenda” já precedeu recuperações significativas no passado. Wood vê nisso um sinal positivo para o próximo ciclo, embora sem garantias.
Sinal de longo prazo: Bitcoin substituindo gradualmente o ouro como reserva de valor
Focando na visão até 2030, Wood acredita que o maior sinal de crescimento do Bitcoin está na sua capacidade de competir com o tradicional ouro. Ela argumenta que o Bitcoin vem ganhando participação de confiança em relação ao ouro como ativo de reserva de valor, e que a escassez embutida na sua programação é um fator que impulsiona o crescimento de sua capitalização de mercado a longo prazo.
Comparando o desempenho de 2022, fica claro: o Bitcoin subiu cerca de 360%, enquanto o ouro aumentou aproximadamente 170%. Essa diferença não é um caso isolado, mas uma tendência de longo prazo, que não depende de semanas de volatilidade. Para a ARK Invest, esse sinal reforça a tese de que o Bitcoin está expandindo sua presença na carteira de investidores de longo prazo.
A previsão de Wood é que a escassez programada do Bitcoin possa elevar o valor total da rede para 16 trilhões de dólares até 2030, quase oito vezes o valor atual. Trata-se de um cenário de longo prazo, que admite correções durante a trajetória de alta, mas que, na visão dela, a evidência de uma substituição gradual se tornará cada vez mais clara com o passar do tempo.
Principais observações sobre os sinais atuais do mercado
Cathie Wood avalia que o padrão de ciclo de 4 anos pode estar enfraquecendo, pois a queda atual é bem menor do que nos ciclos anteriores. A faixa de 80.000 a 90.000 dólares é vista como uma resistência importante, mais como uma base de sustentação do que uma zona de risco. O MACD indica fraqueza na dinâmica de baixa dos últimos meses, mas o RSI em sobrevenda é um sinal histórico de possíveis pontos de reversão.
A dominância do Bitcoin próxima de 60% sugere que o fluxo de capital está privilegiando o Bitcoin em relação às altcoins. Historicamente, uma dominância elevada combinada com RSI em sobrevenda costuma anteceder uma forte recuperação ou alta. Wood compara o Bitcoin ao ouro até 2030, reforçando que ela vê o Bitcoin como um competidor cada vez mais forte do ouro na função de reserva de valor, destacando que a tendência de longo prazo é mais relevante do que as oscilações de curto prazo.
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Grande sinal de Cathie Wood: O ciclo de 4 anos do Bitcoin pode já ter mudado
O maior sinal de que o Bitcoin está entrando numa nova fase veio de Cathie Wood, da ARK Invest, ao observar que o padrão de ciclo de 4 anos tradicional pode não estar mais funcionando como antes. Atualmente, o Bitcoin está em torno de 67,41 mil dólares, com uma queda de 6,95% na última semana, e Wood considera que essa correção é relativamente leve e pode estar quase concluída. Essa avaliação surge mesmo com muitos investidores de varejo ainda preocupados com a alta volatilidade recente, mas Wood argumenta que a estrutura do mercado de Bitcoin está demonstrando maior maturidade, e que a faixa de 80.000 a 90.000 dólares é uma resistência importante, não um sinal de risco.
Sinal de enfraquecimento do padrão de ciclo tradicional
Cathie Wood afirma que o padrão de forte alta seguido de queda profunda, típico de ciclos de 4 anos, pode não se aplicar mais com a mesma intensidade. Ela observa que esse padrão está sendo desafiado pelo fato de que a queda atual é relativamente moderada e não tão severa quanto nos ciclos anteriores. Historicamente, o Bitcoin passou por quedas de 70% a 80% em ciclos passados, mas desta vez a queda foi de cerca de 30% desde o pico histórico próximo de 126 mil dólares.
Para Wood, esse sinal indica que o ciclo de alta anterior “não foi tão grande pelos padrões do Bitcoin”, e que a fase de correção pode ser mais curta e estar quase no fim. Ela acredita que isso é uma evidência clara de que o comportamento do mercado está mudando, deixando de repetir correções profundas. Em entrevista à CNBC, Wood reforçou que o Bitcoin já passou da maior parte do ciclo de baixa, e que a reação do mercado às recentes oscilações mostra sinais de racionalização do risco, ao contrário do pânico descontrolado dos ciclos anteriores.
Faixa de 80K-90K: suporte crucial em meio à volatilidade
O principal sinal de suporte apontado por Wood é a faixa de 80.000 a 90.000 dólares, que ela considera uma “base de preço” mais sólida do que uma zona de perigo. Atualmente, o Bitcoin caiu para cerca de 67,41 mil dólares, uma queda de 1,70% nas últimas 24 horas e 6,95% na semana, o que pode gerar preocupação entre os traders ao ver a queda de quase 47% desde o pico histórico de aproximadamente 126 mil dólares, em poucos meses.
No entanto, Wood interpreta essa correção como “normal” se comparada a ciclos anteriores, nos quais o Bitcoin costumava cair muito mais. Segundo ela, a diferença entre a queda atual e as anteriores reflete que o mercado está mais maduro, com maior presença de investidores institucionais, o que tende a reduzir a amplitude das quedas ao longo do tempo. Ela espera que a faixa de 80K-90K seja mantida e possa servir de ponto de partida para uma recuperação.
Sinal técnico: quando MACD, RSI e Dominância do Bitcoin dão sinais contraditórios
Os indicadores técnicos atuais mostram sinais conflitantes, refletindo uma certa incerteza no mercado. Por um lado, o MACD indica fraqueza na tendência de baixa, mostrando uma desaceleração do momentum nos últimos meses, o que costuma estar associado a uma postura defensiva e à falta de força compradora no curto prazo.
Por outro lado, o RSI caiu para uma zona de sobrevenda — um sinal histórico de que o equilíbrio entre força de compra e venda está deslocado para o lado vendedor excessivo. No passado, esse estado frequentemente precedeu reversões ou pelo menos fases de recuperação técnica. Embora não garanta que o fundo já tenha sido atingido, esse sinal sugere que a pressão de venda pode estar se aproximando de um nível de excesso.
Além disso, a Dominância do Bitcoin (percentual do valor de mercado do Bitcoin em relação ao total do mercado cripto) mantém-se próxima de 60%, indicando que o fluxo de capital está saindo de altcoins para o Bitcoin. Essa combinação de “alta dominância + RSI em sobrevenda” já precedeu recuperações significativas no passado. Wood vê nisso um sinal positivo para o próximo ciclo, embora sem garantias.
Sinal de longo prazo: Bitcoin substituindo gradualmente o ouro como reserva de valor
Focando na visão até 2030, Wood acredita que o maior sinal de crescimento do Bitcoin está na sua capacidade de competir com o tradicional ouro. Ela argumenta que o Bitcoin vem ganhando participação de confiança em relação ao ouro como ativo de reserva de valor, e que a escassez embutida na sua programação é um fator que impulsiona o crescimento de sua capitalização de mercado a longo prazo.
Comparando o desempenho de 2022, fica claro: o Bitcoin subiu cerca de 360%, enquanto o ouro aumentou aproximadamente 170%. Essa diferença não é um caso isolado, mas uma tendência de longo prazo, que não depende de semanas de volatilidade. Para a ARK Invest, esse sinal reforça a tese de que o Bitcoin está expandindo sua presença na carteira de investidores de longo prazo.
A previsão de Wood é que a escassez programada do Bitcoin possa elevar o valor total da rede para 16 trilhões de dólares até 2030, quase oito vezes o valor atual. Trata-se de um cenário de longo prazo, que admite correções durante a trajetória de alta, mas que, na visão dela, a evidência de uma substituição gradual se tornará cada vez mais clara com o passar do tempo.
Principais observações sobre os sinais atuais do mercado
Cathie Wood avalia que o padrão de ciclo de 4 anos pode estar enfraquecendo, pois a queda atual é bem menor do que nos ciclos anteriores. A faixa de 80.000 a 90.000 dólares é vista como uma resistência importante, mais como uma base de sustentação do que uma zona de risco. O MACD indica fraqueza na dinâmica de baixa dos últimos meses, mas o RSI em sobrevenda é um sinal histórico de possíveis pontos de reversão.
A dominância do Bitcoin próxima de 60% sugere que o fluxo de capital está privilegiando o Bitcoin em relação às altcoins. Historicamente, uma dominância elevada combinada com RSI em sobrevenda costuma anteceder uma forte recuperação ou alta. Wood compara o Bitcoin ao ouro até 2030, reforçando que ela vê o Bitcoin como um competidor cada vez mais forte do ouro na função de reserva de valor, destacando que a tendência de longo prazo é mais relevante do que as oscilações de curto prazo.