Epicentro de sismos nos Estados Unidos: registo completo de sexta-feira, 30 de janeiro

Durante sexta-feira, 30 de janeiro, os Estados Unidos experimentaram uma série de movimentos sísmicos de diversas intensidades. Segundo dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), registaram-se tremores distribuídos por várias regiões, com especial concentração no Alasca. O epicentro mais significativo foi de magnitude 4,2 localizado nas proximidades de Black Eagle, Montana, representando o evento mais forte do dia.

Distribuição geográfica dos tremores e seus epicentros ao longo do dia

Nas últimas 24 horas, ocorreram um total de 9 sismos no território dos Estados Unidos e suas dependências, distribuídos estrategicamente entre o Alasca, Havaí, Porto Rico, Texas, Colorado, Novo México e Oregon. O mapa interativo Latest Earthquakes do USGS registou oscilações sísmicas com magnitudes que variaram entre 2,5 e 4,2 graus, fornecendo informações precisas sobre a localização e hora exata de cada evento.

O Alasca consolidou a sua posição como a região mais ativa sísmicamente, com a maior concentração de tremores. O evento de magnitude 3,7 localizado a 74 quilómetros ao norte de Yakutat, juntamente com o registado a 61 quilómetros a leste de Sand Point (magnitute 3,5), exemplificaram a intensa atividade na zona. Outros epicentros notáveis incluíram um tremor de magnitude 3,9 localizado a 32 quilómetros ao norte de Cimarron, Novo México, e outro de magnitude 3,5 situado a 259 quilómetros a sudoeste de Pistol River, Oregon.

Os tremores menores, mas registados, incluíram epicentros no Colorado (dois eventos de magnitude 2,8 e 2,5 próximos a Weston e Segundo), Texas (três sismos com magnitudes entre 2,5 e 2,7), e um movimento telúrico de magnitude 3,1 em Porto Rico. A precisão temporal desses epicentros variou entre as 00:46 UTC de 30 de janeiro (região de Helena, Montana) até às 11:52 UTC (Anchorage, Alasca).

A Falha de San Andreas: explicação da atividade sísmica contínua

A Falha de San Andreas atravessa aproximadamente 1.300 quilômetros pela Califórnia, funcionando como o epicentro de uma atividade geológica permanente que marca o limite entre a placa tectónica do Pacífico e a placa da América do Norte. Esta característica geográfica gera uma atividade sísmica constante que motiva a análise contínua de cientistas e especialistas.

O risco potencial mais estudado em relação a esta falha é a possibilidade de um megatremor conhecido como o Big One, um evento sísmico de magnitude 8 ou superior que poderia causar devastação significativa em zonas densamente povoadas como Los Angeles e São Francisco. Os últimos grandes tremores que assolaram a Califórnia foram o de São Francisco em 1906 (magnitute 7,8) e o de Fort Tejon em 1857 (magnitute 7,9), estabelecendo um padrão de atividade que os cientistas monitoram constantemente.

Diante desta realidade, as autoridades locais realizam regularmente simulacros de emergência, revisam protocolos de segurança estrutural e promovem campanhas de sensibilização pública. Estes esforços visam preparar a população quanto às medidas de proteção antes, durante e após um tremor, reconhecendo que os epicentros de maior magnitude exigem preparação constante das comunidades.

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