Onda de frio paralisa escolas no México: O clima extremo afeta Xiutetelco e outras regiões

A terceira tempestade invernal da temporada, denominada ‘Fern’, provocou em 2025 que múltiplas entidades do país adotassem medidas de contingência. Quatro estados principais decidiram suspender atividades escolares devido às condições climáticas adversas previstas. Tamaulipas, Puebla, Chihuahua e Nuevo León foram os primeiros a anunciar o encerramento das aulas, especialmente nos níveis de pré-escolar, primária e secundária. O Serviço Meteorológico da Comissão Nacional da Água (Conagua) alertou para a descida de temperaturas que afetaria 23 estados, com temperaturas variando entre -15 e 5 graus Celsius, além de precipitações intensas esperadas em Veracruz e Oaxaca.

Qual é a situação do clima nos estados afetados?

As autoridades educativas e de proteção civil avaliaram o clima de cada região para determinar o alcance das medidas preventivas. Os avisos de frio extremo se estenderam a diferentes latitudes do país, gerando respostas variadas conforme a intensidade das geadas previstas. Enquanto alguns governos estaduais optaram pela cancelamento total das aulas, outros permitiram flexibilidade nas decisões dos pais, deixando a critério de cada família se seus filhos deveriam ou não frequentar as escolas.

Nuevo León e Chihuahua: Respostas diferentes ao frio

Samuel García, governador de Nuevo León, comunicou que, após coordenação com Proteção Civil, esperavam temperaturas próximas de 0 ou 1 grau, com possíveis quedas noturnas de -1 a -2 graus. Por isso, determinou que as aulas presenciais fossem opcionais, permitindo que os pais decidissem se enviariam ou não seus filhos. “As instalações escolares estarão preparadas, inclusive algumas com sistemas de climatização; no entanto, a decisão final ficará a cargo das famílias”, afirmou García.

Em contraste, Chihuahua adotou uma postura mais restritiva. A Secretaria de Educação e Esporte dessa entidade confirmou o cancelamento total das atividades em duas jornadas consecutivas, argumentando que a medida buscava “salvaguardar a integridade e a saúde da população estudantil”. O governo local enfatizou que essa ação preventiva reduzia a exposição a condições climáticas extremas e limitava a circulação de veículos nas vias, diminuindo riscos sanitários e fortalecendo a segurança comunitária.

Puebla e Tamaulipas: Medidas preventivas por temperaturas extremas

Puebla aderiu à contingência com a suspensão de aulas em mais de 5.800 escolas distribuídas nas serras norte e nororiental. A Conagua projetava mínimas de -5 graus e chuvas torrenciais de até 75 milímetros nessas regiões. Municípios como Xiutetelco, localizado na serra nororiental, foram particularmente afetados pelo clima adverso que caracterizou essa onda gelada. Outras localidades em risco incluíram Cuetzalan del Progreso, Hueytlalpan, Zacapoaxtla e Zaragoza, além de cinquenta municípios adicionais em ambas as serras que tiveram que cancelar as jornadas escolares.

Tamaulipas implementou um sistema gradual baseado na intensidade térmica. Se as temperaturas mínimas atingissem 0 graus ou menos, a suspensão era automática. Entre 1 e 5 graus, as aulas tornavam-se opcionais a critério paterno. Municípios como Nuevo Laredo e Guerrero apresentavam quedas de -4 a -2 graus, enquanto Reynosa e Matamoros registravam -2 a 0 graus, o que gerava diferentes níveis de restrição conforme cada localidade.

Xiutetelco e outras comunidades em alerta climático

A comunidade de Xiutetelco, representativa dos municípios poblanos mais vulneráveis ao clima invernal, enfrentava uma das situações mais críticas. Sua localização geográfica na serra nororiental a expunha diretamente às geadas previstas, justificando plenamente a decisão de suspender a educação presencial. Dezena de municípios na mesma região adotaram medidas similares, reconhecendo que o clima extremo representava um perigo potencial para estudantes em trajetos até as instituições escolares.

A experiência acumulada de anos anteriores mostrou que essas decisões são protocolos estabelecidos quando o clima atinge limites críticos. As autoridades meteorológicas continuavam monitorando a evolução da tempestade ‘Fern’ para ajustar as medidas conforme necessário. O equilíbrio entre atividade econômica e segurança da população era fundamental em contextos onde o clima extremo define as prioridades de governança estadual.

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