Fevereiro de 2026 consolida-se como um dos períodos mais intensos do calendário desportivo mundial. Os desportos de inverno protagonizam a maior parte do cenário, concentrando a atenção das audiências internacionais com uma combinação única de competições olímpicas de altíssima envergadura, finais de prestígio mediático e o início de ciclos competitivos em diversas disciplinas. Desde as pistas de esqui nos Alpes italianos até ao futebol americano na Califórnia, passando por torneios de ténis, râguebi e automobilismo, a oferta desportiva quase não tem pausas.
Milão-Cortina 2026: Onde os desportos de inverno atingem a sua máxima expressão
O coração de fevereiro pulsa com os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, que transformarão o norte de Itália entre 6 e 22 do mês. Este evento representa a reafirmação da importância histórica dos desportos de inverno na agenda olímpica, com um desplante sem precedentes que abrange múltiplas sedes estrategicamente distribuídas.
A infraestrutura olímpica estende-se por todo o território, com Milão como centro nevrálgico onde se irão realizar as provas sobre gelo—patinagem artística e hóquei—enquanto Cortina d’Ampezzo atuará como sede das disciplinas de montanha e descidas alpinas. Bormio, Anterselva, Livigno e Val di Fiemme completam o mapa de competição, cada uma contribuindo com as suas condições naturais ideais para os desportos de inverno.
A Vila Olímpica milanesa abriu os seus acessos dias antes da cerimónia de abertura, recebendo as primeiras delegações que compõem um evento que promete estabelecer novos padrões em termos de organização e espetáculo desportivo.
A delegação mexicana nos desportos de inverno: Um recorde histórico
O México escreve um capítulo extraordinário na sua história olímpica com uma delegação de 5 atletas a competir em três disciplinas diferentes. Trata-se da representação mais numerosa do país numa edição de inverno desde 1992, marcando um marco de importância nacional.
Patinagem Artística
Donovan Carrillo regressa aos Jogos Olímpicos para a sua segunda participação, ostentando o cargo de porta-estandarte da delegação mexicana. O tapatío procura superar os feitos alcançados em Pequim 2022, onde se tornou o primeiro mexicano a chegar a uma final de programa livre. A sua determinação e carisma pessoal têm-se constituído como exemplo de resiliência perante as adversidades.
Esqui Alpino
Sarah Schleper protagoniza um feito sem paralelo: a sua participação nos sétimos Jogos Olímpicos da sua carreira, um recorde mundial na sua disciplina. Representando o México desde 2018, esta lenda viva dos desportos de inverno continua a demonstrar o seu compromisso com a competição de nível mundial.
Lasse Gaxiola, com apenas 17 anos, faz a sua estreia olímpica em esqui alpino. O mais notável é a sua relação familiar: é filho de Sarah Schleper, marcando a primeira ocasião na história em que uma mãe e filho competem simultaneamente para o México numa edição de Jogos de Inverno.
Esqui de Fundo (Cross-Country)
Regina Martínez, médica especialista em urgências, inscreve o seu nome nos registros históricos como a primeira mulher mexicana a classificar-se para a exigente disciplina de esqui de fundo, demonstrando que o talento mexicano transcende fronteiras geográficas.
Allan Corona, natural de Tijuana, completou a sua preparação na Noruega para garantir a sua classificação em esqui nórdico, evidenciando novamente a capacidade de adaptação e dedicação do atleta mexicano nos desportos de inverno.
Donovan Carrillo e Sarah Schleper terão a honra de portar a bandeira mexicana na cerimónia de abertura que se realizará no estádio de San Siro.
Super Bowl LX: O outro epicentro da atenção mundial
Paralelamente à magnitude olímpica, os Estados Unidos preparam-se para viver a sua maior celebração desportiva com o Super Bowl LX, agendado para 8 de fevereiro em Santa Clara, Califórnia. New England Patriots e Seattle Seahawks protagonizarão uma final que tem gerado considerável expectativa, não só pela competição em si, mas também por elementos complementares de relevância cultural.
O espetáculo do intervalo será liderado por Bad Bunny, o artista porto-riquenho cuja atuação se perfilha como um dos momentos televisivos mais vistos a nível planetário. O Super Bowl transcende o estritamente desportivo, consolidando-se como um fenómeno de impacto económico, cultural e comunicacional que define a culminação da temporada da NFL e marca um ponto de inflexão no calendário desportivo norte-americano.
O panorama completo: Calendário desportivo de fevereiro de 2026
Para além dos desportos de inverno e do Super Bowl, fevereiro oferece um leque competitivo praticamente sem interrupções:
1 de fevereiro: Ciclismo masculino - Cadel Evans Great Ocean Road Race
3 de fevereiro: Futebol - Início da Concachampions
3-5 de fevereiro: MotoGP - Teste Sepang
5-8 de fevereiro: Ciclismo feminino - UAE Tour
5 de fevereiro a 14 de março: Râguebi - Seis Nações
6-22 de fevereiro: Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina
7-8 de fevereiro: Ténis - Qualificação Copa Davis
8 de fevereiro: NFL - Super Bowl (Santa Clara)
8-14 de fevereiro: Ténis - WTA Doha
9-15 de fevereiro: Ténis - ATP Buenos Aires
11-13 de fevereiro: F1 - Teste Bahrein 1
12-15 de fevereiro: WRC - Rali da Suécia
13 de fevereiro: Fórmula E - E-Prix Jeddah 1
13-15 de fevereiro: NBA - All Star Game
14 de fevereiro: Fórmula E - E-Prix Jeddah 2
15 de fevereiro: NBA - Jogo das Estrelas
15-21 de fevereiro: Ténis - WTA Dubai
16-22 de fevereiro: Ténis - ATP Rio
16-22 de fevereiro: Ciclismo masculino - UAE Tour
18 de fevereiro: Futebol - Recopa Sul-Americana (ida)
18-20 de fevereiro: F1 - Teste Bahrein 2
21-22 de fevereiro: MotoGP - Teste Buriram
23 de fevereiro a 1 de março: Ténis - Open de Acapulco
25 de fevereiro: Futebol - Recopa Sul-Americana (volta)
26-28 de fevereiro: F1 - Teste Bahrein
28 de fevereiro: Ciclismo - Omloop Nieuwsblad
Fevereiro de 2026 consolida-se como um mês de transição e celebração simultânea. Os desportos de inverno exercem o seu domínio de quatro em quatro anos durante estas semanas, enquanto as competições anuais mantêm o seu ritmo habitual. A convergência de tradição olímpica, finais de envergadura internacional e ciclos competitivos emergentes torna este período um dos mais intensos e variados do ano para o público desportivo global, oferecendo opções competitivas praticamente sem interrupções e consolidando fevereiro como uma referência ineludível em qualquer calendário desportivo que se preze.
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Fevereiro de 2026: Os desportos de inverno dominam a agenda global com Milão-Cortina como epicentro
Fevereiro de 2026 consolida-se como um dos períodos mais intensos do calendário desportivo mundial. Os desportos de inverno protagonizam a maior parte do cenário, concentrando a atenção das audiências internacionais com uma combinação única de competições olímpicas de altíssima envergadura, finais de prestígio mediático e o início de ciclos competitivos em diversas disciplinas. Desde as pistas de esqui nos Alpes italianos até ao futebol americano na Califórnia, passando por torneios de ténis, râguebi e automobilismo, a oferta desportiva quase não tem pausas.
Milão-Cortina 2026: Onde os desportos de inverno atingem a sua máxima expressão
O coração de fevereiro pulsa com os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, que transformarão o norte de Itália entre 6 e 22 do mês. Este evento representa a reafirmação da importância histórica dos desportos de inverno na agenda olímpica, com um desplante sem precedentes que abrange múltiplas sedes estrategicamente distribuídas.
A infraestrutura olímpica estende-se por todo o território, com Milão como centro nevrálgico onde se irão realizar as provas sobre gelo—patinagem artística e hóquei—enquanto Cortina d’Ampezzo atuará como sede das disciplinas de montanha e descidas alpinas. Bormio, Anterselva, Livigno e Val di Fiemme completam o mapa de competição, cada uma contribuindo com as suas condições naturais ideais para os desportos de inverno.
A Vila Olímpica milanesa abriu os seus acessos dias antes da cerimónia de abertura, recebendo as primeiras delegações que compõem um evento que promete estabelecer novos padrões em termos de organização e espetáculo desportivo.
A delegação mexicana nos desportos de inverno: Um recorde histórico
O México escreve um capítulo extraordinário na sua história olímpica com uma delegação de 5 atletas a competir em três disciplinas diferentes. Trata-se da representação mais numerosa do país numa edição de inverno desde 1992, marcando um marco de importância nacional.
Patinagem Artística
Donovan Carrillo regressa aos Jogos Olímpicos para a sua segunda participação, ostentando o cargo de porta-estandarte da delegação mexicana. O tapatío procura superar os feitos alcançados em Pequim 2022, onde se tornou o primeiro mexicano a chegar a uma final de programa livre. A sua determinação e carisma pessoal têm-se constituído como exemplo de resiliência perante as adversidades.
Esqui Alpino
Sarah Schleper protagoniza um feito sem paralelo: a sua participação nos sétimos Jogos Olímpicos da sua carreira, um recorde mundial na sua disciplina. Representando o México desde 2018, esta lenda viva dos desportos de inverno continua a demonstrar o seu compromisso com a competição de nível mundial.
Lasse Gaxiola, com apenas 17 anos, faz a sua estreia olímpica em esqui alpino. O mais notável é a sua relação familiar: é filho de Sarah Schleper, marcando a primeira ocasião na história em que uma mãe e filho competem simultaneamente para o México numa edição de Jogos de Inverno.
Esqui de Fundo (Cross-Country)
Regina Martínez, médica especialista em urgências, inscreve o seu nome nos registros históricos como a primeira mulher mexicana a classificar-se para a exigente disciplina de esqui de fundo, demonstrando que o talento mexicano transcende fronteiras geográficas.
Allan Corona, natural de Tijuana, completou a sua preparação na Noruega para garantir a sua classificação em esqui nórdico, evidenciando novamente a capacidade de adaptação e dedicação do atleta mexicano nos desportos de inverno.
Donovan Carrillo e Sarah Schleper terão a honra de portar a bandeira mexicana na cerimónia de abertura que se realizará no estádio de San Siro.
Super Bowl LX: O outro epicentro da atenção mundial
Paralelamente à magnitude olímpica, os Estados Unidos preparam-se para viver a sua maior celebração desportiva com o Super Bowl LX, agendado para 8 de fevereiro em Santa Clara, Califórnia. New England Patriots e Seattle Seahawks protagonizarão uma final que tem gerado considerável expectativa, não só pela competição em si, mas também por elementos complementares de relevância cultural.
O espetáculo do intervalo será liderado por Bad Bunny, o artista porto-riquenho cuja atuação se perfilha como um dos momentos televisivos mais vistos a nível planetário. O Super Bowl transcende o estritamente desportivo, consolidando-se como um fenómeno de impacto económico, cultural e comunicacional que define a culminação da temporada da NFL e marca um ponto de inflexão no calendário desportivo norte-americano.
O panorama completo: Calendário desportivo de fevereiro de 2026
Para além dos desportos de inverno e do Super Bowl, fevereiro oferece um leque competitivo praticamente sem interrupções:
Fevereiro de 2026 consolida-se como um mês de transição e celebração simultânea. Os desportos de inverno exercem o seu domínio de quatro em quatro anos durante estas semanas, enquanto as competições anuais mantêm o seu ritmo habitual. A convergência de tradição olímpica, finais de envergadura internacional e ciclos competitivos emergentes torna este período um dos mais intensos e variados do ano para o público desportivo global, oferecendo opções competitivas praticamente sem interrupções e consolidando fevereiro como uma referência ineludível em qualquer calendário desportivo que se preze.