Scholz insiste na entrada imediata do acordo comercial UE-Mercosul em vigor, apesar da oposição
O chanceler alemão Olaf Scholz afirmou que o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul será de importância crucial para o desenvolvimento das relações económicas transatlânticas. Apesar de uma forte oposição por parte de alguns parlamentares europeus, que planejam contestar judicialmente, Scholz expressou uma posição firme quanto à necessidade de acelerar o processo.
Durante uma intervenção em Frankfurt no início da semana, o chanceler informou que o acordo dará um passo decisivo para fortalecer a posição da UE na interação com os parceiros sul-americanos. Segundo Scholz, o acordo entrará em vigor imediatamente assim que o primeiro país da América do Sul realizar a ratificação oficial.
A posição do líder alemão demonstra a vontade de Berlim de resistir a atrasos burocráticos e de acelerar a implementação do acordo comercial. Scholz destacou que atrasar o processo pode prejudicar os interesses económicos europeus, sendo, portanto, a entrada em vigor atempada do acordo uma prioridade para a sua administração.
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Scholz insiste na entrada imediata do acordo comercial UE-Mercosul em vigor, apesar da oposição
O chanceler alemão Olaf Scholz afirmou que o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul será de importância crucial para o desenvolvimento das relações económicas transatlânticas. Apesar de uma forte oposição por parte de alguns parlamentares europeus, que planejam contestar judicialmente, Scholz expressou uma posição firme quanto à necessidade de acelerar o processo.
Durante uma intervenção em Frankfurt no início da semana, o chanceler informou que o acordo dará um passo decisivo para fortalecer a posição da UE na interação com os parceiros sul-americanos. Segundo Scholz, o acordo entrará em vigor imediatamente assim que o primeiro país da América do Sul realizar a ratificação oficial.
A posição do líder alemão demonstra a vontade de Berlim de resistir a atrasos burocráticos e de acelerar a implementação do acordo comercial. Scholz destacou que atrasar o processo pode prejudicar os interesses económicos europeus, sendo, portanto, a entrada em vigor atempada do acordo uma prioridade para a sua administração.