O Poder Eterno do Capital: Ações Preferenciais Perpétuas Em 2026, os mercados financeiros estão a ser definidos pelo crescimento de instrumentos de capital híbridos. Grandes bancos e gigantes da energia, em particular, aceleraram as suas estratégias para emitir Ações Preferenciais Perpétuas para reforçar as suas razões de capital. No núcleo desta estratégia está a criação de uma estrutura de capital que não requer reembolso do principal, ao mesmo tempo que oferece aos investidores retornos consistentes. Flexibilidade do Balanço e Proteção de Classificação A principal motivação para as empresas escolherem este caminho é que as agências de classificação de crédito frequentemente classificam estes instrumentos como "50% de capital próprio". Enquanto as emissões tradicionais de obrigações aumentam as colunas de dívida, as ações preferenciais perpétuas aumentam a adequação de capital sem perturbar o fluxo de caixa. Nas condições atuais do mercado, as instituições que procuram evitar os riscos da dívida a taxa variável estão a usar estes instrumentos para construir uma proteção de longo prazo, com custos previsíveis. "Caça ao Yield" do Ponto de Vista do Investidor Numa era em que as taxas de juro globais atingiram um ponto de equilíbrio, estes títulos que oferecem elevados dividendos tornaram-se uma opção indispensável para investidores institucionais. Fundos de investimento e gigantes das pensões mostram grande interesse nestas ferramentas "híbridas" para garantir a estabilidade da carteira. Gigantes da tecnologia que procuram financiar projetos de infraestrutura massivos estão a manter com sucesso o apetite dos investidores através destes instrumentos de próxima geração. Dinâmica Setorial e Aprovações Regulatórias No último trimestre, notícias de grandes centros financeiros indicam que os órgãos reguladores estão a trabalhar em novos quadros para agilizar estes processos de emissão. Este movimento estratégico, que permite às empresas expandir a sua base de capital enquanto beneficiam de vantagens fiscais, é um dos principais exemplos de engenharia financeira mais discutidos no próximo período. Em conclusão, os desenvolvimentos reunidos sob a hashtag #StrategyToIssueMorePerpetualPreferreds provam que as empresas estão a construir uma arquitetura de capital projetada não apenas para hoje, mas para décadas futuras. Este é um marco estratégico de crescimento sustentável, e não uma mera corrida por dívida. #我在Gate广场过新年 #CelebratingNewYearOnGateSquare
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#StrategyToIssueMorePerpetualPreferreds
O Poder Eterno do Capital: Ações Preferenciais Perpétuas
Em 2026, os mercados financeiros estão a ser definidos pelo crescimento de instrumentos de capital híbridos. Grandes bancos e gigantes da energia, em particular, aceleraram as suas estratégias para emitir Ações Preferenciais Perpétuas para reforçar as suas razões de capital. No núcleo desta estratégia está a criação de uma estrutura de capital que não requer reembolso do principal, ao mesmo tempo que oferece aos investidores retornos consistentes.
Flexibilidade do Balanço e Proteção de Classificação
A principal motivação para as empresas escolherem este caminho é que as agências de classificação de crédito frequentemente classificam estes instrumentos como "50% de capital próprio". Enquanto as emissões tradicionais de obrigações aumentam as colunas de dívida, as ações preferenciais perpétuas aumentam a adequação de capital sem perturbar o fluxo de caixa. Nas condições atuais do mercado, as instituições que procuram evitar os riscos da dívida a taxa variável estão a usar estes instrumentos para construir uma proteção de longo prazo, com custos previsíveis.
"Caça ao Yield" do Ponto de Vista do Investidor
Numa era em que as taxas de juro globais atingiram um ponto de equilíbrio, estes títulos que oferecem elevados dividendos tornaram-se uma opção indispensável para investidores institucionais. Fundos de investimento e gigantes das pensões mostram grande interesse nestas ferramentas "híbridas" para garantir a estabilidade da carteira. Gigantes da tecnologia que procuram financiar projetos de infraestrutura massivos estão a manter com sucesso o apetite dos investidores através destes instrumentos de próxima geração.
Dinâmica Setorial e Aprovações Regulatórias
No último trimestre, notícias de grandes centros financeiros indicam que os órgãos reguladores estão a trabalhar em novos quadros para agilizar estes processos de emissão. Este movimento estratégico, que permite às empresas expandir a sua base de capital enquanto beneficiam de vantagens fiscais, é um dos principais exemplos de engenharia financeira mais discutidos no próximo período.
Em conclusão, os desenvolvimentos reunidos sob a hashtag #StrategyToIssueMorePerpetualPreferreds provam que as empresas estão a construir uma arquitetura de capital projetada não apenas para hoje, mas para décadas futuras. Este é um marco estratégico de crescimento sustentável, e não uma mera corrida por dívida.
#我在Gate广场过新年
#CelebratingNewYearOnGateSquare