O CEO da American Airlines, Robert Isom, enfrenta resistência interna crescente, com a Allied Pilots Association (APA) representando 16.000 pilotos que consideram um voto de desconfiança na sua liderança. A fiscalização do sindicato decorre dos resultados financeiros pouco convincentes da companhia e das deficiências operacionais expostas durante as recentes perturbações de inverno.
A tensão central reflete preocupações estratégicas mais profundas: a American Airlines continua endividada em aproximadamente $35 biliões, enquanto luta para igualar a rentabilidade e eficiência de companhias riva
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